Estudo de comparação da nomenclatura dos exercícios resistidos entre profissionais e discentes de educação física

Autores

  • Leonardo Mendes de Souza Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Gabriel Andrade Paz Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Viviane Schultz Straatmann Universidade Estadual do Rio de Janeiro
  • Humberto Miranda Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2016v18n2p233

Palavras-chave:

Atividade física, Educação Física, Exercício, Treinamento de força

Resumo

Nos últimos anos, observa-se um aumento significativo na popularidade do treinamento de força (TF), bem como aumento significativo no número de profissionais e estudantes de Educação Física no Brasil. Neste sentido, uma variedade de nomes tem sido adotada para os exercícios resistidos. O objetivo do estudo foi comparar a nomenclatura dos exercícios resistidos adotados por profissionais de Educação Física e estudantes de graduação, bem como verificar a frequência de nomes adotados para cada exercício, respectivamente. O estudo incluiu 191 alunos de pós-graduação e profissionais de Educação Física atuantes no TF em centros e academias do estado do Rio de Janeiro, Brasil. Dez exercícios tradicionalmente realizados em programas de TF foram selecionados. Os resultados indicaram que não houve associação entre a nomenclatura dos exercícios e grau acadêmico para todos os exercícios incluídos na pesquisa. No entanto, houve diferença significativa (p <0,001) entre as frequências de respostas para cada exercício, considerando toda a amostra. Neste sentido, no presente estudo, foi possível identificar diferença significativa da nomenclatura dos exercícios resistidos. Logo, a padronização da nomenclatura é essencial para estabelecer uma direção e clareza na comunicação entre profissionais da área. 

Biografia do Autor

Leonardo Mendes de Souza, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil

Gabriel Andrade Paz, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil

Viviane Schultz Straatmann, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil

Humberto Miranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil

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Publicado

2016-05-23

Edição

Seção

Artigos Originais