Excesso de peso, obesidade abdominal e fatores associados em servidores de uma Universidade Federal Brasileira
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2013v15n5p535Resumo
O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência de excesso de peso e obesidade abdominal, segundo diferentes indicadores antropométricos, e os fatores sociodemográficos associados em servidores técnico- administrativos da Universidade Federal de Santa Catarina. Estudo transversal realizado com 615 servidores da UFSC (283 homens e 332 mulheres). Foram analisados os indicadores antropométricos: índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura (CC) e razão cintura estatura (RCE5t) e as variáveis sociodemográficas (idade, sexo, cor da pele, estado civil, nível socioeconômico, nível de escolaridade e nível ocupacional). As análises estatísticas abrangeram o teste t de student, teste U de Mann-Witney e regressão de Poisson (Intervalo de Confiança de 95%). Para homens e mulheres, a prevalência de excesso de peso foi de 63,6% e 49,7% (IMC) e de obesidade abdominal de 33,5%, 42,4% (CC), 61,8% e 40,6% (RCE5t), respectivamente. Ter mais de 40 anos identificou maior probabilidade de excesso de peso e obesidade abdominal em homens (IMC e RCE5t) e mulheres (IMC, CC e RCE5t). A probabilidade de ter excesso de peso (RPO,67; 1C95%0,49; 0,94) e obesidade abdominal, segundo a CC (RPO,62; 1C95%0,44; 0,90) e RCE5t (RPO,49; 1C95%0,39; 0,64), foi menor para as mulheres com oito anos de escolaridade ou menos. Esses resultados indicam uma elevada prevalência de excesso de peso e obesidade abdominal e que os fatores associados a esses desfechos diferem segundo o sexo e de acordo com o indicador antropométrico analisado.
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