Padrão de actividade física de escolares

Autores

  • Simonete Pereira da Silva Laboratório de Cineantropometria e Estatística Aplicada da Faculdade de Despor
  • Maria Magalhães Laboratório de Cineantropometria e Estatística Aplicada da Faculdade de Despor
  • Rui Manuel Garganta Laboratório de Cineantropometria e Estatística Aplicada da Faculdade de Despor
  • André F. Teixeira e Seabra Laboratório de Cineantropometria e Estatística Aplicada da Faculdade de Despor
  • Alcibíades Bustamante Laboratório de Cineantropometria e Estatística Aplicada da Faculdade de Despor
  • José António R. Maia Laboratório de Cineantropometria e Estatística Aplicada da Faculdade de Despor

DOI:

https://doi.org/10.1590/%25x

Palavras-chave:

Actividade física, Crianças, Acelerometria, Physical activity, Children, Accelerometer

Resumo

O presente estudo teve como principal objectivo inventariar o padrão da actividade física habitual de crianças em contexto escolar. O estudo foi realizado com crianças do 4º ano do ensino básico em duas escolas do Município de Vila Nova de Gaia/Portugal, com uma amostra constituída por 49 crianças de ambos os sexos, com idade média de 10 anos. O instrumento utilizado foi o acelerómetro portátil (Tritrac-R3D), colocado na cintura das crianças durante cinco dias. Os procedimentos estatísticos utilizados foram as medidas descritivas habituais (média, desvio padrão, frequências absolutas e relativas) e o t-teste de medidas independentes Os principais resultados foram os seguintes: (1) as crianças evidenciaram durante o período escolar um predomínio de actividade física de intensidade baixa, não realizando, no mínimo, 30 minutos de actividade física moderada a vigorosa diária; (2) os meninos apresentaram valores significativamente (p>0.05) mais elevados do que as meninas de actividade física moderada a vigorosa no recreio; (3) as crianças, mesmo em sessões organizadas de Educação Física, apresentaram um padrão de actividade física caracterizado pela sua baixa intensidade, não despendendo pelo menos 50% do tempo total da aula em actividade física moderada a vigorosa; (4) o dispêndio energético não expressou um comportamento diferente nas sessões organizadas de Educação Física e nos momentos de actividade livre de recreio.

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Publicado

2006-10-02

Edição

Seção

Artigos Originais