Estudo longitudinal do crescimento corporal de escolares de 10 a 14 anos: dimorfismo sexual e pico de velocidade
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2008v10n3p249Resumo
O acompanhamento do crescimento corporal durante a adolescência é um importante indicador de saúde, além de possibilitar a identificação do estado maturacional dos indivíduos. Frente a isso, os objetivos do estudo foram: a) descrever o desenvolvimento da estatura e de massa corporal de meninas e meninos dos 10 aos 14 anos de idade e suas diferenças nesse processo, e; b) identificar o momento e a magnitude do pico de velocidade em altura (PVA) e do pico de velocidade em massa corporal (PVP) de meninos e meninas. Para tanto, foram acompanhados dos 10 aos 14 anos de idade, 70 escolares dos dois sexos. Foram medidas a estatura (cm) e a massa corporal (kg) dos mesmos indivíduos, anualmente, de 2001 a 2005. Os resultados demonstram que até os 12 anos não existem diferenças consistentes entre os sexos, e que aos 13 e 14 anos, os meninos são maiores e mais pesados que as meninas. O PVA e PVP ocorreram no mesmo período, sendo nos meninos dos 12 para os 13 anos, e nas meninas dos 10 para os 11 anos. Frente aos resultados, concluímos que, até o PVA dos meninos, não existem diferenças expressivas no crescimento corporal entre os sexos e que, a partir desse evento, os meninos ficam maiores e mais pesados que as meninas. Além disso, concluímos que o PVA e o PVP ocorrem cerca de dois anos antes nas meninas.Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2008 Gabriel Gustavo Bergmann, Mauren Lúcia de Araújo Bergmann, Eraldo dos Santos Pinheiro, Rodrigo Baptista Moreira, Alexandre Carriconde Marques, Adroaldo Cezar Araujo Gaya

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor. Os autores concedem os direitos de primeira publicação à RBCDH, sendo a obra simultaneamente licenciada sob a Licença Creative Commons (CC BY) 4.0 Internacional.
Os autores estão autorizados a celebrar contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (por exemplo, publicação em repositório institucional, em site pessoal, publicação de tradução ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
