Respostas agudas de um circuito de treino de alta intensidade em mulheres: níveis baixos de aptidão física apresentam maior dano muscular
DOI:
https://doi.org/10.5007/1980-0037.2018v20n5p391Resumo
O exercício intermitente de alta intensidade(HIIE) melhora a saúde e a aptidão cardiorrespiratória(CRF). HIIE pode ser aplicado com exercícios calistênicos para melhorar a força e resistência. Os efeitos agudos do treinamento de alta intensidade(HICT) considerando diferentes CRF em variáveis miológicas são desconhecidos. O objetivo foi medir os efeitos agudos do HICT em mulheres jovens, considerando diferentes níveis de CRF. Elas foram alocadas pelo nível de VO2máx. em dois grupos, as que atingiram 41mLO2•kg-1•min-1 ou mais= alta aptidão física(HPF,n=5) e menos de 41mLO2•kg-1•min-1= baixo aptidão física(LPF,n=7). Protocolo: 2x4 séries de 20s com intensidade máxima (all-out) intercalados com 10s de repouso passivo (jumping jacks, squat and thrust usando halteres 2kg, mountain climber e burpees). Sangue foi coletado antes, zero, 15, 30min, 1h e 24hs depois. Foram analisadas, freqüência cardíaca, mioglobina sérica, lactato e creatina quinase (CK). A FC alcançou 94,1±3,7% da FCmax para LPF e 104,5±20,3% para HPF, p=0,03. A média do delta lactato foi semelhante entre os grupos. O pico de mioglobina foi 1h após o protocolo de exercício, com 50.0±30.2ng/mL para LPF e 36.9±9.25ng/mL para HPF. O delta de CK total antes e depois do protocolo de exercício mostra que o nível sérico de CK no LPF foi significativamente maior do que o grupo HPF(p=0,042). O HICT com exercícios calistênicos produziu efeitos elevados e semelhantes sobre FCmax, lactato sérico e mioglobina nas mulheres com alta e baixa aptidão física. No entanto, o grupo LPF apresentou maior dano muscular inferido pelas concentrações séricas de CK.
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