“Eu sou Barbie e sou bruta”: o empoderamento no ciclismo

Tassia Souza Cavalcanti, Anyelle Brito Leite Santos, Camila Batista Gama Moura, Diego Luz Moura

Resumo


Neste artigo, analisamos a construção do empoderamento das mulheres em um grupo de
ciclismo urbano do Sertão Pernambucano. Realizamos uma etnografia durante um ano por meio de observação participante, de entrevistas em profundidade e no acompanhamento diário das atividades, eventos e mídias sociais de um grupo de ciclismo liderado por mulheres. E incluímos neste grupo os homens que participavam ativamente das atividades e eventos realizados. Os marcos teóricos que fundamentaram as análises foram as perspectivas relacional e performática dos estudos de gênero. Concluímos que as experiências de empoderamento das mulheres estiveram ancoradas nas vivências de fisicalidade, bem como nas relações de solidariedade e companheirismo experimentadas pelos/as participantes na prática da modalidade em grupo.


Palavras-chave


Esporte; Gênero; Ciclismo

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DOI: https://doi.org/10.1590/1806-9584-2019v27n254777

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Revista Estudos Feministas, ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.