As duas Fridas: história e identidades transculturais

Autores

  • Eli Bartra Universidad Autónoma Metropolitana – Ciudad de México
  • John Mraz Universidad Autónoma de Puebla – Ciudad de México

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-026X2005000100005

Palavras-chave:

Frida Kahlo, política sexual, transculturalidade, filmes biográficos, identidade

Resumo

Neste artigo, é feita uma análise do filme Frida (2003) dirigido por Julie Taymor e protagonizado por Salma Hayek e que tem como tema a relação amorosa entre o muralista Diego Rivera e a pintora Frida Kahlo. Não se trata absolutamente de uma biografia fílmica; enfoca apenas uma etapa da vida da pintora. De um lado, são feitas algumas comparações com o filme mexicano sobre a pintora, Frida, naturaleza viva (1983), de Paul Leduc, para contrastar as diferentes visões dos acontecimentos de uma mesma vida, por exemplo, com relação à política sexual. Por outro lado, explora-se até que ponto o polêmico filme de Taymor/Hayek é histórico, baseado na realidade, ou uma história contada pela imagem e pelo som a partir de uma biografia escrita.

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Publicado

2005-01-01

Edição

Seção

Ensaio