Na escola se aprende que a diferença faz a diferença

Berenice Bento

Resumo


Neste artigo, problematizo os limites das instituições sociais em lidar com os sujeitos que fogem às normas de gênero. Deter-me-ei principalmente nas respostas que a escola tem dado aos/às estudantes que apresentam performances de gênero que fogem ao considerado normal.


Palavras-chave


Transexualidade; Travestilidade; Escola; Violência; Gênero

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DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2011000200016

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Revista Estudos Feministas, ISSN 1806-9584, Florianópolis, Brasil.