Na escola se aprende que a diferença faz a diferença

Autores

  • Berenice Bento Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-026X2011000200016

Palavras-chave:

Transexualidade, Travestilidade, Escola, Violência, Gênero

Resumo

Neste artigo, problematizo os limites das instituições sociais em lidar com os sujeitos que fogem às normas de gênero. Deter-me-ei principalmente nas respostas que a escola tem dado aos/às estudantes que apresentam performances de gênero que fogem ao considerado normal.

Biografia do Autor

Berenice Bento, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

É professora adjunta do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mestre e doutora em Sociologia pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB), tendo realizado pós-doutrado no CEAM/UnB. Fez pesquisa para seu doutorado na Espanha (Universidade de Barcelona). Participa de eventos científicos nacionais e internacionais, e tem artigos publicados em livros e periódicos. É autora dos livros A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual e O que é transexualidade. Escreveu, entre outros textos, “Memória e gênero em Dom Casmurro”; “Ciladas da igualdade”; “Cuerpo, performance y género en la experiencia transexual”; “Transexuais, corpos e próteses”. Foi secretária geral da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH), gestão 2006-2008. Realiza pesquisa sobre sexualidades, gêneros e direitos humanos.

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Publicado

2011-01-01

Edição

Seção

Dossiê