Singularidad: metáfora y posibilidad de conocimiento sensible
DOI:
https://doi.org/10.5007/2178-4582.2019.e59315Resumen
Este artículo comienza con una breve historia, que se refiere a la escena inaugural de la cultura occidental. Esta epopeya comienza con el proyecto de Platón de mantener la unidad de la polis helénica sometiendo al individuo al colectivo. A diferencia de otras culturas de la época, los antiguos griegos buscaban las causas de los fenómenos físicos no en las deidades sino en los mismos acontecimientos de la naturaleza. Sin embargo, las "ilusiones sensoriales" debilitarían nuestra confianza en la cognición basada en la experiencia individual. Esta concepción subyace a la epistemología propuesta siglos después por Kant. Según él, solo pensar independientemente de toda experiencia sensible, es decir, pura razón, podría familiarizarnos con la "realidad externa", rescatando la confianza necesaria en el proceso cognitivo. Según Maffesoli, el fin de la modernidad apunta a signos que muestran el advenimiento de un racionalismo abstracto, que ya no se basa en la representación sino en una razón sensata. La pregunta entonces es: ¿es posible el conocimiento sensible?
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