Uma tradução coletiva das “Metamorfoses” 10.1-297 com versos hexamétricos de Carlos Alberto Nunes

Rodrigo Tadeu Gonçalves, Leandro Dorval Cardoso, Álvaro Kasuaki Fujihara, Gabriel Dória Rachwal, Livy Maria Real Coelho, Luana de Conto, Marina Chiara Legroski

Resumo


http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2011n10p110

A presente proposta de tradução do livro X d’As Metamorfoses de Ovídio visa a pôr em prática uma possibilidade teórica: trata-se de aplicar um modo de traduzir o verso hexamétrico greco-latino por um verso vernáculo que, embora baseado na intensidade, isto é, na tonicidade e na atonicidade das sílabas, espelhasse a estrutura do hexâmetro, que era baseado na quantidade, isto é, na longura e na brevidade das sílabas. Trata-se de proposta peculiar sob vários aspectos, a começar pelo fato de ter sido levada a cabo não por um, nem mesmo dois tradutores, mas por um grupo cujo tamanho variou ao longo do tempo e hoje conta com nada menos do que dez pessoas, entre colaboradores e tradutores2


Palavras-chave


Teoria da tradução; História da tradução; Metamorfoses

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DOI: https://doi.org/10.5007/1980-4237.2011n10p110

Sci. Trad., © 2005, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 1980-4237

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