Da concepção de Sêneca sobre tradução - De tranquillitate animi (2,1-5); Epistula ad Lucilium (LVIII)

Autores

  • Lucius Annaeus Seneca
  • Mauri Furlan UFSC

DOI:

https://doi.org/10.5007/1980-4237.2014n16p3

Palavras-chave:

Teoria da tradução, História da tradução, Sêneca

Resumo

É sempre conveniente lembrarmo-nos de que entre os Antigos gregos e romanos não se praticava qualquer reflexão teórica abstrata exclusiva sobre a questão da tradução, como a concebemos hodiernamente. As alusões à prática da tradução e a problemas a ela relacionados ocorrem de forma fragmentária em variados gêneros textuais, sempre acompanhados de outros temas. Lucius Annaeus Seneca (4 a.C.- 65 d.C.) imortalizou-se como um dos grandes pensadores romanos e filósofos estóicos, autor de vasta e renomada obra.

Biografia do Autor

Mauri Furlan, UFSC

Possui graduação em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso (1989), graduação em Letras – Licenciatura em Alemão pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (1993), mestrado em Literatura por essa mesma universidade (1998) e doutorado em Filologia Clássica pela Universidad de Barcelona (2002). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Santa Catarina. É editor-chefe de Scientia Traductionis desde 2010. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria e História da Tradução, da Antigüidade ao Renascimento. Atua principalmente nas áreas de Tradução, Teoria da Tradução, História da tradução, Tradução no Renascimento, e Língua Latina.

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Publicado

2016-06-23

Edição

Seção

Trabalhos Traduzidos / Translated Texts