Taxonomia de distorções contábeis

Autores

  • José Humberto da Cruz Cunha Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação (PPGCInf), Universidade de Brasília (UnB)
  • Rogério Henrique de Araújo Júnior Departamento de Ciência da Informação, Universidade de Brasília (UnB)

DOI:

https://doi.org/10.5007/1518-2924.2017v22n49p127

Palavras-chave:

Gestão da Informação, Organização e Representação da Informação, Linguagem Documentária, Taxonomia, Auditoria Contábil, Gestão do Conhecimento

Resumo

http://dx.doi.org/10.5007/1518-2924.2017v22n49p127

Discute o uso de uma taxonomia de distorções contábeis provenientes de erros e fraudes, voltada para o uso dos auditores na análise dos riscos e escolha dos procedimentos de auditoria. Sua elaboração segue as orientações conceituais da classificação facetada, por meio de levantamento conceitual em pesquisa bibliográfica. A taxonomia apresentada possui como categorias fundamentais as fases da informação, aspectos essenciais, afirmações, ciclos de recursos, subciclos de recursos, distorções contábeis e afirmações (objetivos de auditoria). É apresentada a metodologia de elaboração da taxonomia, bem como a sua aplicabilidade na auditoria contábil como instrumento de organização da informação e do conhecimento. Conclui que, a partir dos exemplos utilizados, é possível afirmar que a taxonomia orienta a análise das distorções como uma trilha de auditoria, padronizando os conceitos identificados na linguagem natural em uma estrutura de classificação padronizada.

Biografia do Autor

José Humberto da Cruz Cunha, Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação (PPGCInf), Universidade de Brasília (UnB)

Doutorando em Ciência da Informação na Universidade de Brasília (UnB).

Rogério Henrique de Araújo Júnior, Departamento de Ciência da Informação, Universidade de Brasília (UnB)

Professor da Faculdade de Ciência da Informação da Universidade de Brasília (UnB).

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Publicado

2017-05-09