Uma interpretação ecológica da estética kantiana
DOI:
https://doi.org/10.5007/1677-2954.2026.e110550Palavras-chave:
estética kantiana, ecologia, belezaResumo
Pretende-se apresentar a concepção de natureza desenvolvida na Crítica da faculdade de julgar, obra publicada por Immanuel Kant em 1790, especificamente em suas relações com a estética e com a ética, chegando ao conceito de sentimento vital, com o propósito de aproximar essas reflexões de uma abordagem contemporânea ecológica de preservação da natureza. Objetiva-se mostrar que a faculdade de julgar e sua técnica da natureza se constituem em um modo de compreensão não mecânico, que possibilita a abertura para a criação poética, superando uma visão da natureza como inferior ao sujeito.
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