Naturalismo e existencialismo na teoria moral de Richard Hare
DOI:
https://doi.org/10.5007/1677-2954.2009v8n2p247Resumen
Em um artigo de 1966, Amartya Sen procurou mostrar que mesmo Richard Hare, um devoto explícitodo antinaturalismo em ética, ainda que inadvertidamente, incorreu num tipo de naturalismo que Senintitulou de existencial. Neste breve artigo, traço um resumo dessa crítica à teoria de Hare, em especial,da chamada “Lei de Hume”, a qual Sen preferiu apropriadamente intitular “Regra de Hare”. Pretendomostrar como esse tipo peculiar de “existencialismo” nos conduz, ainda que sob o possível protesto deHare e seus seguidores, a conclusões subjetivistas e relativistas sobre a moralidade.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Os autores retêm os direitos autorais e direitos de publicação sobre suas obras, sem restrições.
Ao submeterem seus trabalhos, os autores concedem à revista ethic@ o direito exclusivo de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC BY) 4.0 International. Essa licença permite que terceiros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho publicado, desde que seja dado o devido crédito de autoria e à publicação original neste periódico.
Os autores também têm permissão para firmar contratos adicionais, separadamente, para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho neste periódico (por exemplo: depositar em repositório institucional, disponibilizar em site pessoal, publicar traduções ou incluí-lo como capítulo de livro), desde que com reconhecimento da autoria e da publicação inicial na revista ethic@.
