Velocidade, taxa de captura de quadros e tipo de lente como limitantes experimentais para o uso de fotografias estroboscópicas digitais

João Matheus Mendes, Lucas Anedino de Souza, Rafael João Ribeiro, Luiz Diego Marestoni

Resumo


http://dx.doi.org/10.5007/2175-7941.2016v33n3p1079

O uso de imagens estroboscópicas é antigo e sua aplicabilidade no ensino de física se torna cada vez mais útil com o desenvolvimento de novos aplicativos e softwares. Imagens estroboscópicas digitais se apresentam como promissoras em diversas áreas da ciência, em especial para o ensino de cinemática, pois são baratas e simples. No entanto, estes experimentos têm suas limitações, tais como, contraste com o fundo, iluminação, taxa de frames da câmera, velocidade do corpo e distorção das imagens pelas lentes. No presente artigo demonstra-se quantitativamente e qualitativamente algumas limitações desta técnica a fim de ajudar no planejamento de experimentos.


Palavras-chave


Imagens estroboscópicas; Limitações; Cinemática

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DOI: http://dx.doi.org/10.5007/2175-7941.2016v33n3p1079

 


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