Velocidade, taxa de captura de quadros e tipo de lente como limitantes experimentais para o uso de fotografias estroboscópicas digitais

Autores

  • João Matheus Mendes Graduando em Física, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba
  • Lucas Anedino de Souza Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba
  • Rafael João Ribeiro Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba
  • Luiz Diego Marestoni Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2016v33n3p1079

Palavras-chave:

Imagens estroboscópicas, Limitações, Cinemática

Resumo

O uso de imagens estroboscópicas é antigo e sua aplicabilidade no ensino de física se torna cada vez mais útil com o desenvolvimento de novos aplicativos e softwares. Imagens estroboscópicas digitais se apresentam como promissoras em diversas áreas da ciência, em especial para o ensino de cinemática, pois são baratas e simples. No entanto, estes experimentos têm suas limitações, tais como, contraste com o fundo, iluminação, taxa de frames da câmera, velocidade do corpo e distorção das imagens pelas lentes. No presente artigo demonstra-se quantitativamente e qualitativamente algumas limitações desta técnica a fim de ajudar no planejamento de experimentos.

Biografia do Autor

João Matheus Mendes, Graduando em Física, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba

Graduando em Física, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba

Lucas Anedino de Souza, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba

Possui graduação em Licenciatura em Física pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (1997) e mestrado em Engenharia e Ciência dos Materiais pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (2008). Atualmente é professor do Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba.

Rafael João Ribeiro, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba

Possui graduação em Física pela UEPG, mestrado em Ensino de Ciência e Tecnologia pela UTFPR. Professor do IFPR e doutorando em Ensino de Ciência e Tecnologia da UTFPR. 

Luiz Diego Marestoni, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba

Departamento de Física, Instituto Federal do Paraná, Campus Telêmaco Borba.

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Publicado

2016-12-15

Edição

Seção

Atividades experimentais no ensino de Física