Um modelo de usina hidrelétrica como ferramenta no ensino de Física

Autores

  • Jonny Nelson Teixeira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus de Itapetininga
  • Mikiya Muramatsu Instituto de Física, Universidade de São Paulo
  • Luis Augusto Alves Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2017v34n1p248

Palavras-chave:

Energia Elétrica, Usina Hidrelétrica, Ensino de Física, Eletromagnetismo

Resumo

No atual contexto da sustentabilidade e do uso consciente de energia elétrica, preocupações com quedas no suprimento de energia e manifestações ambientais contra a construção de usinas cujo impacto ambiental é iminente, discussões sobre a produção de energia limpa e sustentável se tornam comuns nas escolas de ensino básico do país. Além disso, o conhecimento sobre a matriz energética no Brasil tem se intensificado sobretudo nas escolas de Ensino Básico, sem, contudo, propor uma discussão dos conceitos físicos importantes para a conservação de energia ocorrida nestes tipos de usinas. Muitos materiais impressos, como livros didáticos e apostilas, trazem discussões mais consistentes sobre os conceitos de eletromagnetismo, esquecendo-se de outros como de hidrodinâmica e energia mecânica. Este trabalho tem como objetivo apresentar uma proposta de construção de um modelo interativo de usina hidroelétrica com materiais recicláveis e de baixo custo, que pode ser utilizado para trabalhar vários conceitos de mecânica rotacional, mecânica dos fluidos e eletromagnetismo em uma classe de Ensino Fundamental e Médio, de forma qualitativa, evidenciando os conceitos físicos envolvidos, seus fundamentos e interpretações.

Biografia do Autor

Jonny Nelson Teixeira, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus de Itapetininga

Doutor em Ensino de Ciências pela USP - SP, professor do Departamento de Licenciaturas do IFSP, Campus Itapetininga

Mikiya Muramatsu, Instituto de Física, Universidade de São Paulo

Professor Livre-Docente do Departamento de Física Geral do Instituto de Física da USP, coordenador do Laboratório de Óptica e Sistemas Amorfos e coordenador do Projeto Arte & Ciência no Parque.

Luis Augusto Alves, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus São Paulo

Doutor em Ensino de Ciências pela USP-SP, professor no Departamento de Física do IFSP , Campus São Paulo

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Publicado

2017-05-05

Edição

Seção

Atividades experimentais no ensino de Física