Ações de divulgação e popularização das Ciências Exatas via ambientes virtuais e espaços não formais de educação

Autores

  • Carlos Coimbra-Araujo Universidade Federal do Paraná
  • Arthur Bergold Universidade Federal do Paraná
  • Danilene Berticelli Universidade Federal do Paraná
  • Geocris Santos Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Marcos Schreiner Universidade Federal do Paraná
  • Helio Monte-Alto Universidade Federal do Paraná
  • Raquel Speck Universidade Federal do Paraná
  • Gabriela Ferreira Universidade Federal do Paraná
  • Camila Tonezer Universidade Federal do Paraná
  • Isac Rosset Universidade Federal do Paraná
  • Roberta Bartelmebs Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2017v34n2p649

Palavras-chave:

Popularização da Ciência, Divulgação Científica, Espaços Virtuais de Ensino, Ciências Exatas

Resumo

Por diversas razões, as Ciências Exatas têm se mostrado como uma das áreas do conhecimento científico que mais demandam ações em espaços não formais de ensino. Um dos principais motivos reside no fato de que a Matemática, a Física, a Química e a Astronomia serem tradicionalmente abordadas, dentro do ambiente escolar e no currículo formal, desvinculadas da realidade dos estudantes, sendo muitas vezes vistas como um conjunto de princípios inflexíveis e incompreensíveis. Dessa forma, o presente trabalho revisa os principais problemas que circundam o ensino das áreas científicas citadas, destinando destaque a ferramentas não formais para o ensino da Matemática, Física, Química, Astronomia e, em especial, aos modernos ambientes virtuais de ensino modelados pela Ciência da Computação. Outras dificuldades históricas que o ensino formal de Ciências Exatas tem sofrido no Brasil também são apresentadas e alguns dos principais recursos não formais buscados para complementar o currículo que usualmente é apresentado em sala de aula.

Biografia do Autor

Carlos Coimbra-Araujo, Universidade Federal do Paraná

Graduado em Engenharia Elétrica, com habilitação em Eletrônica, pela Universidade Federal de Pernambuco, mestre em Astronomia pela Universidade de São Paulo, e doutor em Física pela Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde é o líder do Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências Exatas e Tecnologias do CNPq.

Arthur Bergold, Universidade Federal do Paraná

Bacharel em Física pela Universidade Federal do Paraná (1993), licenciado em Física pela Universidade Estadual de Maringá (2009) e mestre em Física pela Universidade Federal do Paraná (1998). Atualmente, é professor Assistente na Universidade Federal do Paraná e cursa o Programa de Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Estadual de Londrina, investigando as relações de saber no processo de avaliação acadêmica.

Danilene Berticelli, Universidade Federal do Paraná

Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Stricto Sensu da PUC-PR. Possui graduação em Ciências, Licenciatura Plena em Matemática pela Universidade Paranaense (2000). Mestra em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Stricto Sensu da PUCP-PR, com o projeto Práticas bem sucedidas em Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental (2012). Atualmente é Professora Assistente na Universidade Federal do Paraná, Campus Palotina.

Geocris Santos, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Possui graduação em Bacharelado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, mestrado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e doutorado em Ciência e Engenharia dos Materiais pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é professora adjunta da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e responsável pela Divisão de Empreendedorismo e Inovação, gestora da Incubadora de Inovações e do Hotel Tecnológico da UTFPR, Pato Branco.

Marcos Schreiner, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Ciências da Computação pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2009), graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2008) e mestrado em Informática pela Universidade Federal do Paraná (2012). Atualmente, é professor Assistente da Universidade Federal do Paraná e Coordenador do curso de Licenciatura em Computação.

Helio Monte-Alto, Universidade Federal do Paraná

Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) (2014). Atualmente é professor assistente na Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Palotina, lecionando principalmente disciplinas relacionadas a Programação, Algoritmos e Engenharia de Software. Coordena projetos de pesquisa e extensão relacionados ao ensino de computação e programação na educação básica e sobre abordagens não convencionais de ensino de programação. Atualmente, cursa o doutorado em Engenharia Elétrica e Informática Industrial pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), na área de Engenharia de Computação, trabalhando com agentes inteligentes aplicados a sistemas colaborativos.

Raquel Speck, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Pedagogia (2004) pela Universidade Estadual do Paraná (UNIOESTE), com habilitação em Direção, Coordenação e Orientação Escolar, mestrado em Educação (2012) pela mesma instituição, na linha de pesquisa Educação, Políticas Sociais e Estado. Atualmente é aluna do Programa de Pós-Graduação em Educação, Nível de Doutorado, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), na linha de pesquisa Políticas e Gestão em Educação e Professora Assistente da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Palotina.  É integrante do Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências Exatas e Tecnologias do CNPq.

Gabriela Ferreira, Universidade Federal do Paraná

Licenciada em Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2009), Mestra (2012) e doutoranda em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2014-atual). Professora da área de Física e Ensino de Física da Universidade Federal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, membro do Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências Exatas e Tecnologias do CNPq, da Sociedade Brasileira de Física, da Associação de Pesquisa em Educação em Ciências e do European Science Education Research Association. Entre os interesses de pesquisa estão a interação cognição-afeto no processo de ensino-aprendizagem de ciências, motivação para aprender, natureza das ciências e formação de professores.

Camila Tonezer, Universidade Federal do Paraná

Licenciada em Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina, com mestrado e doutorado em Física pela Universidade Federal do Paraná. Atualmente é professora do Departamento de Engenharias e Exatas, no Setor Palotina, da Universidade Federal do Paraná, atuando em pesquisas de transporte por hopping em sistemas orgânicos desordenados. Também é professora permanente do Programa Nacional de Mestrado Profissional em Ensino de Física na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, atuando na linha de pesquisa sobre a Física no Ensino Médio.

Isac Rosset, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Química pela UEMS, mestrado no Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo – IQSC-USP, onde atuou nas áreas de Biocatálise, Bioenergia, e doutorado em Química Orgânica e Biológica no IQSC-USP. Atualmente é Professor Adjunto de Química Orgânica e Biológica na Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina.

Roberta Bartelmebs, Universidade Federal do Paraná

Doutoranda em Educação em Ciências pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, professora adjunta na Universidade Federal do Paraná.

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Publicado

2017-08-09

Edição

Seção

Ambientes Virtuais de Ensino-Aprendizagem de Física