A pesquisa em ensino de CTEM e sua interação com aspectos da educação não formal e espaços não formais

Autores

  • Carlos H. Coimbra-Araujo Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná Programa de Pós-Graduação em Física Aplicada, Universidade Federal da Fronteira Latino-Americana
  • Raquel A. Speck Departamento de Sociais e Humanas, Universidade Federal do Paraná
  • Gabriela K. Ferreira Departamento de Física, Universidade Federal de Santa Catarina
  • Roberta C. Bartelmebs Departamento de Sociais e Humanas, Universidade Federal do Paraná
  • Danilene G. D. Berticelli Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná
  • Geocris R. Santos Divisão de Empreendedorismo e Inovação, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco
  • Marcos A. Schreiner Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná
  • Helio H. L. C. Monte-Alto Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná
  • Camila Tonezer Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná
  • Isac G. Rosset Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná
  • Arthur William de Brito Bergold Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2020v37n1p315

Palavras-chave:

Educação não formal, Espaço não formal de ensino, Museu de ciência, Feira de ciências

Resumo

A pesquisa na área de ensino, em particular no ensino de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM), repercute positivamente para compreender o modus operandi de profissionais da educação, dos níveis Fundamental e Médio, no ensino de Física, Química, Matemática e Computação. O desenvolvimento das CTEMs a partir de aspectos da educação não formal ou via uso de espaços não formais de ensino de ciências são extremamente importantes para complementar o currículo tradicional, auxiliando o professor e profissionais da educação para a motivação dos alunos em relação às CTEMs. De uma forma mais geral, outrossim, observa-se que o tema da educação não formal afeta diretamente o modo de se realizar divulgação científica e, em especial, popularizar a ciência em meios socialmente fragilizados. A educação não formal e os espaços não formais de ciências despontam, dessa forma, como laboratórios férteis para o desenvolvimento do próprio ensino formal, complementando-o. Nesse sentido, espaços não formais como museus científicos e eventos como as feiras de ciência são definidos, caracterizados e exemplificados.

Biografia do Autor

Carlos H. Coimbra-Araujo, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná Programa de Pós-Graduação em Física Aplicada, Universidade Federal da Fronteira Latino-Americana

Graduado em Engenharia Elétrica, com habilitação em Eletrônica, pela Universidade Federal de Pernambuco, mestre em Astronomia pela Universidade de São Paulo, e doutor em Física pela Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Palotina, professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Física Aplicada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), e líder do Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências Exatas e Tecnologias do CNPq.

Raquel A. Speck, Departamento de Sociais e Humanas, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Pedagogia (2004) pela Universidade Estadual do Paraná (UNIOESTE), com habilitação em Direção, Coordenação e Orientação Escolar, Mestrado em Educação (2012) pela mesma instituição, na linha de pesquisa Educação, Políticas Sociais e Estado e Doutorado em Educação na linha Políticas e Gestão em Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Atualmente é Professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Palotina. É integrante do Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências Exatas e Tecnologias do CNPq.

Gabriela K. Ferreira, Departamento de Física, Universidade Federal de Santa Catarina

Licenciada em Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina, Mestrado e Doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora do Magistério Superior de Física e Ensino de Física do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina. 

Roberta C. Bartelmebs, Departamento de Sociais e Humanas, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade de Passo Possui graduação em Pedagogia pela Universidade de Passo Fundo (2008), mestrado em Educação em Ciências: Química da vida e saúde pela Universidade Federal do Rio Grande (2012), doutorado em Ensino de Ciências e Matemática pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática da PUCRS. Atualmente é Professora Adjunto da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Educação em Ciências, com ênfase no ensino de Astronomia no Ensino Fundamental. 

Danilene G. D. Berticelli, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

Doutora em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Stricto Sensu da PUC-PR (2017). Possui mestrado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Stricto Sensu da PUC-PR (2012). Possui graduação em Ciências, Licenciatura Plena em Matemática pela Universidade Paranaense (2000). Atualmente é docente na Universidade Federal do Paraná – Setor Palotina. Tem experiência na área de Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino da matemática, história da educação matemática, e prática pedagógica.

Geocris R. Santos, Divisão de Empreendedorismo e Inovação, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco

Possui graduação em Bacharelado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2004), mestrado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2007) e doutorado em Ciência e Engenharia dos Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (2011). Atualmente é professora adjunto da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e responsável pela Divisão de Empreendedorismo e Inovação, gestora da Incubadora de Inovações e do Hotel Tecnológico da UTFPR, Pato Branco.

Marcos A. Schreiner, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Ciências da Computação pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2009), graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2008) e mestrado em Informática pela Universidade Federal do Paraná (2012). Atualmente é professor Assistente da Universidade Federal do Paraná.

Helio H. L. C. Monte-Alto, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) (2014), Bacharel em Ciência da Computação também pela UEM (2011), Doutorando em Engenharia Elétrica e Informática Industrial pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Trabalhou como professor na Universidade Federal do Paraná, lecionando nas áreas de Engenharia de Software, Programação, Bancos de Dados, Algoritmos e Inteligência Artificial. 

Camila Tonezer, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Licenciatura Plena em Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2005), mestrado em Física pela Universidade Federal do Paraná (2007) e doutorado em Física pela Universidade Federal do Paraná (2011), com doutorado sanduíche pelo Instituto de Pesquisa Helmholtz Zentrum, Berlin (2011). Atualmente é professora Adjunta (Classe C) no Setor Palotina da Universidade Federal do Paraná, Coordenadora do Curso de Licenciatura em Ciências Exatas na UFPR e membro permanente como docente e orientadora do Mestrado Profissional em Ensino de Física da UTFPR de Medianeira, PR. 

Isac G. Rosset, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Química pela UEMS, mestrado no Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo – IQSC-USP, onde atuou nas áreas de Biocatálise e Bioenergia e doutorado em Química Orgânica e Biológica no IQSC-USP Atualmente, é Professor Adjunto de Química Orgânica e Biológica na Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina.

Arthur William de Brito Bergold, Departamento de Engenharias e Exatas, Universidade Federal do Paraná

Possui graduação em Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Paraná (1993), em Licenciatura em Física pela Universidade Estadual de Maringá (2009), mestrado em Física pela Universidade Federal do Paraná (1998) e doutorado em Ensino de Ciências e Educação Matemática pela Universidade Estadual de Londrina (2019). Atualmente é professor na Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina.

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Publicado

2020-04-06

Edição

Seção

Espaços não formais no ensino de Física