Língua e alteridade na acolhida a refugiados: por uma micropolítica da linguagem

Autores

  • Poliana Coeli Costa Arantes Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Bruno Deusdará Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Ana Karina Brenner Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-8412.2016v13n2p1196

Palavras-chave:

Formação de Professores, Refugiados, Micropolítica, Alteridade

Resumo

Neste artigo, procedemos a uma discussão acerca de nossas implicações ético-políticas como professores de língua no acolhimento a refugiados. A reflexão dirige-se ao campo da formação de professores de língua não materna, entendendo o papel desse profissional na promoção de direitos. Para tanto, propomos os seguintes questionamentos: i) que políticas linguísticas podem dar sustentação à preparação de material didático para o curso de português como língua de acolhimento a refugiados? ; ii) que implicações éticas e políticas encontram-se subjacentes à proposição de atividades, como professores de língua, nessa direção? Tendo em vista que as questões norteadoras deste trabalho têm relação interdisciplinar de análise, nos propomos a discutir tais temas baseados na perspectiva da micropolítica em Deleuze e Guattari e no conceito de alteridade em Bakhtin.

Biografia do Autor

Poliana Coeli Costa Arantes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Estudos Linguísticos. Professora do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.

Bruno Deusdará, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutor em Psicologia Social. Professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.

Ana Karina Brenner, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Educação. Professora da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e pesquisadora do Observatório Jovem do Rio de Janeiro.

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Publicado

2016-07-03

Edição

Seção

Artigo