“Mudar para variar”, “variar para mudar” – tratando da variação e mudança de acho (que) e parece (que) parentéticos epistêmicos na fala de Florianópolis

Raquel Meister Ko Freitag

Resumo


A partir da caracterização, dentro de uma comunidade lingüística estratificada socialmente, dos usos de acho (que) e parece (que), estabeleço um possível percurso para explicitar a mudança conceitual e estrutural pelas quais passam as construções, com base nos pressupostos da gramaticalização. Assumindo que as construções desempenham a mesma função semântico-discursiva de parentéticos epistêmicos, pretendo (i) estabelecer e discutir os condicionamentos sociais e lingüísticos que regem o seu uso, (ii) correlacioná-los às evidências da sua gramaticalização e (iii) contribuir com discussões teóricas no âmbito de uma abordagem conjunta da Teoria da Variação e do Paradigma Funcional da Gramaticalização para a análise de fenômenos de variação e mudança lingüística.

Palavras-chave


Variação e mudança; Gramaticalização; Parentéticos epistêmicos

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

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