Artigo: As conseqüências da indefinição do marco regulatório brasileiro: as reuniões do Conselho Consultivo da Anatel no período 1998-2003
DOI:
https://doi.org/10.5007/%25xResumo
As agências de regulação no Brasil, criadas a partir de 1995 no contexto da reforma do Estado na primeira gestão de Fernando Henrique Cardoso (1994- 1998), ainda buscam uma identidade organizacional, pois suas operações, bem como seus respectivos campos de atuação – não estão definidos de forma precisa. O Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel demonstra as contradições da Agência, pois as reuniões dessa instância consultiva sintetizam, ou refletem, o próprio drama da organização em consolidar-se como ator político. Como poderemos observar no artigo, os membros do Conselho Consultivo demonstram desinformação sobre a efetiva responsabilidade pública da Anatel diante dos processos de privatização ocorridos no País a partir da década de 1990 e a importância do papel regulatório da Agência diante de fortes interesses econômicos advindos do capital transnacional. O artigo, portanto, procura demonstrar as contradições da Anatel a partir da perspectiva do Conselho Consultivo da Agência.Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Os autores retêm os direitos autorais e direitos de publicação sobre suas obras, sem restrições.
Ao submeterem seus trabalhos, os autores concedem à Revista Política & Sociedade o direito exclusivo de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC BY) 4.0 International. Essa licença permite que terceiros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho publicado, desde que seja dado o devido crédito de autoria e à publicação original neste periódico.
Os autores também têm permissão para firmar contratos adicionais, separadamente, para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho neste periódico (por exemplo: depositar em repositório institucional, disponibilizar em site pessoal, publicar traduções ou incluí-lo como capítulo de livro), desde que com reconhecimento da autoria e da publicação inicial na Revista Política & Sociedade.
