Função ventilatória em mulheres praticantes de Hatha Ioga

Autores

  • Cristina Martins Coelho Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Educação Física e Desportos. Juiz de Fora. MG, Brasil.
  • Thaíza Tavares Lessa Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Fisioterapia. Juiz de Fora. MG, Brasil.
  • Lúcia Aparecida Martins Campos Coelho Prefeitura de Juiz de Fora. Professora de Educação Física. Juiz de Fora. MG, Brasil.
  • Rafael da Silva Scari Marinha do Brasil. Fisioterapeuta. Rio de Janeiro. RJ, Brasil.
  • José Marques Novo Júnior Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Educação Física e Desportos. Juiz de Fora. MG, Brasil.
  • Rosa Maria de Carvalho Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Fisioterapia. Juiz de Fora. MG, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2011v13n4p279

Palavras-chave:

Atividade Motora, Capacidade Vital, Ioga, Testes de Função Respiratória.

Resumo

A Ioga é um sistema filosófico milenar originário da Índia, cujo objetivo principal é o desenvolvimento da união entre corpo e mente, através de exercícios, respiração e meditação, visando o bem-estar físico e mental. O estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da prática regular de Hatha Ioga sobre a função ventilatória de mulheres saudáveis. Estudo transversal controlado, no qual participaram 25 mulheres, sendo os grupos IOGA e controle, compostos por 13 e 12 voluntárias, respectivamente. As voluntárias do grupo IOGA praticavam Hatha Ioga há pelo menos seis meses. A frequência respiratória foi avaliada através da contagem em um minuto; as pressões inspiratórias e expiratórias máximas foram avaliadas através da manovacuometria; as mobilidades torácicas axilar e xifóidea através da cirtometria; a capacidade vital forçada e o pico de fluxo expiratório através da espirometria. Foram encontradas diferenças significativas entre os grupos apenas com relação à frequência respiratória e mobilidade xifóidea. Pode-se concluir que a prática regular de Hatha Ioga mostrou-se capaz de influenciar positivamente a frequência respiratória e a mobilidade xifóidea.

Biografia do Autor

Cristina Martins Coelho, Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Educação Física e Desportos. Juiz de Fora. MG, Brasil.

Fisioterapeuta. Mestranda Aspectos Biodinâmicos do Movimento Humano pela Faculdade de Educação Física e Desportos da UFJF.

Thaíza Tavares Lessa, Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Fisioterapia. Juiz de Fora. MG, Brasil.

Fisioterapeuta.

Lúcia Aparecida Martins Campos Coelho, Prefeitura de Juiz de Fora. Professora de Educação Física. Juiz de Fora. MG, Brasil.

Mestre. Professora de Educação Física da Prefeitura de Juiz de Fora.

Rafael da Silva Scari, Marinha do Brasil. Fisioterapeuta. Rio de Janeiro. RJ, Brasil.

Fisioterapeuta da Marinha do Brasil. Mestrando em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina da UFJF.

José Marques Novo Júnior, Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Educação Física e Desportos. Juiz de Fora. MG, Brasil.

Doutor. Professor titular da Faculdade de Educação Física e Desportos da UFJF.

Rosa Maria de Carvalho, Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Fisioterapia. Juiz de Fora. MG, Brasil.

Mestre. Professora titular da Faculdade de Fisioterapia da UFJF.

Publicado

2011-06-14

Edição

Seção

Artigos Originais