Monitoramento da carga interna no basquetebol

Autores

  • João Antônio Nunes Universidade de São Paulo. São Paulo, SP. Brasil
  • Eduardo Caldas Costa Universidade de São Paulo. São Paulo, SP. Brasil
  • Luis Viveiros Comitê Olímpico Brasileiro. Rio de Janeiro, RJ. Brasil.
  • Alexandre Moreira Universidade de São Paulo. São Paulo, SP. Brasil
  • Marcelo Saldanha Aoki Universidade de São Paulo. São Paulo, SP. Brasil

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-0037.2011v13n1p67

Resumo

O objetivo do presente estudo foi quantificar a magnitude da carga interna referente a uma partida oficial de Basquetebol feminino e avaliar se a carga interna apresenta relação com o número de ações técnicas realizadas no jogo. A amostra foi constituída de 10 atletas (25 ± 4 anos) que participaram do XI Campeonato Brasileiro de Basquetebol Feminino. Foram avaliados o comportamento da frequência cardíaca (FC) e a percepção subjetiva de esforço (PSE) em resposta à partida. A carga interna foi calculada pelo método de Edwards e pelo método de Foster. Além disso, foram analisados os parâmetros de desempenho técnico na partida. A carga interna estimada pelo método de Edwards e Foster foram 255±62 e 321±127 unidades arbitrárias, respectivamente. Foi detectada correlação moderada entre os dois métodos utilizados (Edwards e Foster; r = 0,64; - p<0,05). Também foram detectadas correlações significativas (p<0,05) entre a carga interna estimada pelo método de Edwards e o número de pontos marcados na partida (r = 0,53), o número de rebotes (r = 0,67), o número de assistências (r = 0,59), o número de recuperações de posse de bola (r = 0,70) e o somatório de todas as ações (r = 0,64). Os resultados obtidos no presente estudo sugerem que a carga interna da partida avaliada foi moderada e que o número de ações realizadas pelas atletas na partida influencia a carga interna.

Downloads

Publicado

2011-12-30

Edição

Seção

Artigos Originais