The profile of health´s style and life´s quality of the carrier of visual deficiency in great Florianopolis-SC
DOI:
https://doi.org/10.1590/%25xResumen
Ao abordar o assunto referente à deficiência visual, considerou-se como tal, qualquer redução das aptidões visuais, segundo a classificação da Associação Internacional de Desportos para Cegos – IBSA (B1 – B2 e B3). Quanto ao estilo de saúde, não se considerou somente a ausência de doenças, mas sim, um somatório de sintomas que englobasse todo o estado de bem estar geral, que incluía aspectos físicos, psicológicos, emocionais, espirituais, sociais e ambientais. Quando avaliou-se o estilo de vida do portador de deficiência visual, procurou-se levar também em consideração o status que possui a aptidão física relacionada à saúde, absenteísmo, produtividade e inclusive uso de serviços médicos. No que se referiu à qualidade de vida, considerou-se esta como um conjunto de parâmetros individuais, socioculturais e ambientais que caracterizassem as condições em que vive o portador de deficiência visual. O objetivo principal deste estudo foi traçar um perfil do estilo de vida e da qualidade de vida do deficiente visual da Grande Florianópolis. Para tanto, foi aplicado um questionário visando obter um levantamento dos hábitos de saúde, prontidão para a prática de exercício físico e estresse, testes de aptidão física (flexibilidade, abdominal e o teste da milha), que serviram para diagnosticar valências físicas consideradas de grande importância para uma vida saudável, bem como a realização de medidas antropométricas para estimar o grau nutricional dos portadores de deficiência visual. Através da análise de resultados, pôde-se observar que a maioria dos homens 61.54% no Q I M são solteiros; 42.31% no Q I M são deficientes B1 (cegos); 42.30% no Q I M lêem Braille; 42.32% no Q I M não abordam assuntos sobre atividade física em suas leituras; quanto ao grau de instrução, o Q I M apresentou 23.07% com o I grau completo. Em relação ao nível de vulnerabilidade ao estresse, 26.93 % do Q II M apresentaram moderada vulnerabilidade; 36.62% no Q I M passam a maior parte do tempo sentados, quanto a prática de esporte de caráter recreacional, 46.15% no Q I M não fazem nada; em relação ao QPAF, responderam sim (não estão aptos para a atividade física 34.61% no Q I M). Quanto às mulheres 44.44% no Q I F e Q II F são solteiras, 44.44% Q II F são deficientes B1 (cegas); 33.33% no Q I F e Q II F lêem Braille; 44.45% no Q I F não abordam assuntos sobre atividade física em suas leituras. Quanto ao grau de instrução, o Q I F apresentou 33.33% com o I grau completo e o Q II F 33.33% não estudaram ou não completaram o I grau; quanto ao nível de vulnerabilidade ao estresse, 33.34 % do Q II F apresentaram moderada vulnerabilidade; no que tange ao hábito de atividade física diária, 33.33% no Q I F e Q II F passam a maior parte do tempo sentadas; a prática de esporte de caráter recreacional 33.34% no Q II F fazem uma vez por semana; em relação ao QPAF, responderam sim (não estão aptas para a atividade física 33.34% no Q II F).Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 1999 Jolmerson de Carvalho

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor. Os autores concedem os direitos de primeira publicação à RBCDH, sendo a obra simultaneamente licenciada sob a Licença Creative Commons (CC BY) 4.0 Internacional.
Os autores estão autorizados a celebrar contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (por exemplo, publicação em repositório institucional, em site pessoal, publicação de tradução ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
