Influência da maturação sexual na aptidão cardiorrespiratória em escolares
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-0037.2014v16n2p223Resumo
Níveis de aptidão aeróbica de crianças e adolescentes estão declinando em todo o mundo, enquadrando-se em risco para a saúde. No Brasil, aproximadamente, 60% dos escolares apresentam níveis de aptidão cardiorrespiratória abaixo do recomendado para a idade e sexo. O objetivo foi verificar a influência da maturação sexual e do nível de atividade física na aptidão cardiorrespiratória em escolares de ambos os sexos com idade de 9 a 14 anos. O estudo foi transversal com amostra composta por 747 indivíduos (47,12% do sexo feminino) e idade de 9 a 14 anos, matriculados na rede pública de ensino. Os indivíduos responderam o PAQ-C e o questionário sobre maturação sexual, além de participarem do shuttle run test. Para verificar a influência no VO2máx,os participantes foram categorizados em pré-púberes, púberes e pós-púberes e de acordo com o sexo e a interação (sexo vsmaturação). Foi utilizada a ANOVA para comparar as médias dos estágios de maturação e para avaliar se o sexo e a maturação afetavam o VO2máx. Houve influência da maturação (p < 0,0001; Eta2= 0,069; power = 1) e do sexo (p < 0,0001; Eta2 = 0,059; power = 1) na aptidão aeróbica. O VO2máxentre os estágios de maturação foi diferente entre os sexos. A maturação influenciou o VO2máx com tendência decrescente e linear (p < 0,0001; Eta2= 0,221; power = 1) para o sexo feminino. Verificou-se influência da maturação e do nível de atividade física na aptidão cardiorrespiratória em escolares da cidade de Aracaju.
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Copyright (c) 2014 Nara Michelle Moura Soares, Roberto Jerônimo dos Santos Silva, Enaldo Vieira de Melo, Antônio César Cabral de Oliveira

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