Mercius (de seu mesmo): Notes on a Brazilian Translation of 'Finnegans Wake / Mercius (de seu mesmo): Notas sobre uma tradução brasileira de Finnegans Wake

Arthur Nestrovski, Carolina Geaquinto Paganine

Resumo


http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2010n8p93

Falar sobre Finnegans Wake é, de saída, falar sobre tradução. Falar  sobre traduzir Finnegans Wake é o mesmo que falar sobre traduzir uma tradução, tarefa que, segundo Walter Benjamin, é impossível*. No entanto, Finnegans Wake permanece altamente traduzível,  independente de haver ou não alguém que um dia se prove capaz de traduzi-lo. Para Joyce, a tradução é, de fato, o modo privilegiado de escrita, pois, para o autor, escrever significa sempre escrever em relação a textos que já existem. Leitura e escrita tornam-se sinônimos ante a resistência do símbolo e a tradução pode assim ser caracterizada, de acordo com Benjamin, pela transformação do simbolizante em simbolizado.


Palavras-chave


Estudos da Tradução; James Joyce

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DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2010n8p93

Sci. Trad., © 2005, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 1980-4237

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