Representações dos povos indígenas em Francisco de Vitória e as origens etnocêntricas do direito internacional moderno

Autores

  • Airton Ribeiro da Silva Junior Faculdade Paraíso do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-7055.2018v39n80p151

Palavras-chave:

Direito internacional, História do direito, Francisco de Vitória, História dos conceitos, Bárbaros, Selvagens

Resumo

O presente trabalho, partindo do instrumental teórico da história dos conceitos, busca compreender as representações dos índios americanos nas relecciones de Francisco de Vitória. Para tanto, é reconstruída a carga semântica acumulada historicamente dos dois principais conceitos, já existentes à época da invasão da América, utilizados em referência aos índios, a saber, bárbaros e selvagens; em seguida, explora-se o pensamento jusinternacionalista de Francisco de Vitória à luz de tais conceitos etnocêntricos.

Biografia do Autor

Airton Ribeiro da Silva Junior, Faculdade Paraíso do Ceará

Doutor em Teoria e História do Direito pela Università degli Studi di Firenze. Mestre em Direito e Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina. Bacharel pela Universidade Franciscana. Professor da Faculdade Paraíso do Ceará. Coordenador do Iure Populum - Grupo de pesquisa em História da Cultura Jurídica CNPq/FAP-CE. Pesquisador externo do Ius Commune - Grupo Interinstitucional de História da Cultura Jurídica CNPq/UFSC.

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Publicado

2019-01-29

Edição

Seção

Artigos