A planificação em Creche: evidências da prática (Portugal)
DOI:
https://doi.org/10.5007/1980-4512.2015n31p154Resumo
Este trabalho foi realizado no âmbito do Grupo Projeto Creche (Instituto Politécnico de Leiria/Escola Superior de Educação e Ciências Sociais – Portugal) e visa dar a conhecer a estrutura e os objetivos formulados em seis planificações efetuadas por três Educadoras Infantis a trabalhar em contexto de Creche, no ano letivo 2012/2013, em Portugal. Socorrendo-se da análise documental, este estudo descritivo revelou que as planificações analisadas se apresentam organizadas em grelha e com objetivos formulados de acordo com os referenciais para a Educação Pré-Escolar (Ministério da Educação, 1997) ou com os domínios de desenvolvimento da criança pequena (Post & Hohmann, 2007). Estas evidências assumem-se como importantes referenciais para o estudo da planificação em contexto de Creche.
Referências
CARMO, Hermano; FERREIRA, Manuela. Metodologia da Investigação. Lisboa: Universidade Aberta,1998.
DIASias, Isabel; CORREIA, Sónia e MARCELINO, Patrícia. Desenvolvimento na primeira infância: características valorizadas pelos futuros educadores de infância. Revista Eletrónica de Educação, v.7, n.º 3, pp. 9-24, 2013.
DIAS, Isabel e CORREIA, Sónia. Processos de aprendizagem dos 0 aos 3 anos: contributos do sócio-construtivismo. Revista Iberoamericana de Educação, n.º 60/1, pp. 1- 10, 2012.
FORMOSINHO, Júlia (org.). Modelos Curriculares para a Educação de Infância. Porto: Porto Editora, 1996.
FREITAS, Mário. A planificação do ensino das Ciências: uma perspectiva de mudança conceptual. Braga: Departamento de Educação do Instituto da Universidade do Minho, 1995.
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL (Ed.). Manual de Processos- Chave Creche. Lisboa: Ministério da Segurança Social, 2010.
LINO, Dalila. O Projecto de Reggio Emília. In: Oliveira-Formosinho, J. (Org). Modelos Curriculares para a Educação de Infância – Construindo uma práxis de participação. 3.ª ed. Porto: Porto Editora, 2007. pp. 93-121.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Departamento da Educação Básica – Núcleo da Educação Pré-Escolar. Ministério da Educação, 1997.
NATIONAL INFANT & TODDLER CHILD CARE INITIATIVE. Infant/toddler curriculum and individualization. EUA: National Training Institute for Child care Health Consultants, 2010.
PORTUGAL, Gabriela. Crianças, famílias e creches – uma abordagem ecológica da adaptação do bebé à creche. Porto: Porto Editora, 1998.
PORTUGAL, Gabriela. Finalidades e práticas educativas em creche – das relações, actividades e organização dos espaços ao currículo em creche. Porto: CNIS, 2012.
POST, Jaclyn e HOHMANN, Mary. Educação de bebés em infantários – cuidados e primeiras aprendizagens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.
PACHECO, José. Planificação Didáctica: uma abordagem prática. Braga: Centro de Estudos Educacionais e Desenvolvimento Comunitário-Universidade do Minho, 1990.
QUIVY, Raymond. e CAMPENHOUDT, Luc. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva, 1992.
RICHTER, Sandra e BARBOSA, Maria. Os bebes interrogam o currículo: as múltiplas linguagens na creche. Santa Cruz do Sul: Universidade de Santa Cruz do Sul, 2010.
SIMÕES, Ana. O educador como prático reflexivo … e a construção da sua identidade pessoal. Cadernos de Educação Infantil, pp. 8-13, 2004.
VILAR, António. O professor planificador. Porto: Edições ASA, 1993.
ZABALZA, Miguel. Planificação e Desenvolvimento Curricular na Escola. Rio Tinto: Edições Asa, 1992.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
As pessoas autoras cedem à revista Zero-a-Seis os direitos exclusivos de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC BY) 4.0 International. Esta licença permite que terceiros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho publicado, atribuindo o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.
As pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em site pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico.