(Im)Possible maternities in relation to early childhood education: an exploratory analysis of academic research on families and daycare

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5007/1980-4512.2026.e112089

Keywords:

Early Childhood Education, Motherhood, Families, Feminisms

Abstract

This article analyzes, in an exploratory manner, the academic production on the relationship between families and Early Childhood Education, based on a previous mapping of papers from GT07 of ANPEd, in which we found that, although the articles focused on the relations between families and Early Childhood Education, most research participants and interlocutors were mothers. Thus, the analysis explored who appears as research participants, how they appear, and which conceptions of daycare and early childhood education emerge from this relationship. The results indicate the recurrence of mothers and other women as the main interlocutors, who are responsible for enrollment, communication with the institution, and monitoring the children, as well as daycare as a viable space given the need for female labor, while considering that children learn and develop in this environment. Therefore, the academic production on the family–Early Childhood Education relationship provides evidence that this relationship is empirically maternalized, discursively universalized, and politically crossed by processes of female accountability for care, socially situated in gender, class, and race relations.

Author Biographies

Suzana Marcolino, Universidade Federal de Alagoas

Professora do Setor de Educação Infantil do CEDU/UFAL. Psicóloga (UNESP), Mestra em Educação (PUC-SP) e Doutora em Educação (UNESP/Marília), com estágio doutoral sanduíche na Universidade de Évora (Portugal). Realizou 2 pós-doutorados (CNPq/PDJ e UFPB), com investigações sobre brincadeiras, cuidado, territórios e políticas curriculares na Educação Infantil. Atualmente pesquisa currículo em perspectiva decolonial e a participação das famílias/comunidades, com atenção a contextos do campo, das águas e das florestas. Coordenou projeto de pesquisa sobre mudanças conceituais nos currículos da Educação Infantil no pós-BNCC, com foco na análise do cuidado (FAPEAL, 2022-2024). Desenvolve projetos de extensão de formação continuada com redes municipais. Foi vice-presidente do Conselho Municipal de Educação de Maceió (2019-2021) e integrou o comitê gestor do FADEDI. Integra 3 grupos de pesquisa (GEPECI/UFAL, NUPEC/UFPB e CRIEI/UFSCar vice-líder).

Ana Sara Amorim da Silva, Universidade Federal de Alagoas

É graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFAL). Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (FAPEAL). Pós-graduanda em Práticas Pedagógicas pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG). Professora efetiva de Educação Infantil no município de Matriz de Camaragibe/AL. Integra o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Políticas, Currículos e Infâncias (GEPPECI). Foi bolsista do Programa de Iniciação Científica (PIBIC), ciclo 2024/2025, no qual recebeu o Prêmio de Excelência Acadêmica da PROPEP/UFAL. Desenvolve pesquisas na área da Educação Infantil, abordando famílias e infâncias em contextos de movimento social, com foco nas percepções das crianças pequenas.

Islene Marcelino Nascimento, Prefeitura Municipal de São Luiz do Quitunde

Graduada em Letras e especialista em Formação de Professores para a Educação de Jovens e Adultos (2006). Professora da Prefeitura Municipal da Barra de Santo Antônio/AL e da Prefeitura Municipal de São Luís do Quitunde/AL. Atua também como técnica da Secretaria Municipal de Educação de São Luís do Quitunde/AL, com experiência na área da Educação Infantil. Desenvolve estudos e reflexões sobre Educação Infantil, com interesse nos estudos das infâncias e suas culturas, nas práticas pedagógicas, nos processos educativos que envolvem as crianças e na construção de uma educação antirracista.

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Published

2026-10-13

Issue

Section

Dossiê: Maternidades (im) possíveis: educar, cuidar e transbordar afetos em devir-infâncias de direitos!