Corpo. Vida. Educação: devir-criança… e o que podem as infâncias nos ensinar?
DOI:
https://doi.org/10.5007/1980-4512.2026.e111651Palavras-chave:
Infãncia, Educação, Formação, Docência, EnsaioResumo
Rascunhos, notas, poéticas, escritas de si e apanhados elaborados de memórias. Escrever como quem cata cacos para, então, criar um bonito caleidoscópio. Não se trata de pensar a infância enquanto metáfora, mas da procura por inspirações para pensar em aprendizagens, ensinos, docências e formações possíveis, em devir-criança, que atravessam o corpo e potencializam a vida e a educação. Movido por perguntas que se inspiram nas infâncias e em diálogos com uma multiplicidade de autorias, sobretudo de base teórica pós-estruturalista, das filosofias da diferença e dos estudos queer, a partir de escritas ensaísticas, poéticas e fragmentárias, aprender com a criança que habita em nós e com as diferentes crianças que cocriam o mundo para, enfim, experimentar um caminho que busca, (in)diretamente responder: o que podem as infâncias nos ensinar?
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