A flexibilização do trabalho e da gestão de pessoas limitadas pela racionalidade instrumental

Clesar Luiz Loch, Guilherme Silveira Correia

Resumo


Este ensaio teórico busca discutir a flexibilização do trabalho e da Gestão de Pessoas inserida num contexto em que prevalece uma racionalidade instrumental própria das organizações empresariais. O trabalho pode trazer conotações positivas, como seu caráter transformador e emancipatório, bem como trazer seu oposto: alienação e sofrimento. No modo de produção capitalista, o trabalho se organiza de acordo com os interesses e necessidades do capital. Acompanhando as mudanças do trabalho a Gestão de Pessoas flexibiliza-se por meio de práticas inovadoras com objetivo pretenso de resgatar a subjetividade humana. Essa flexibilização se desenvolve num contexto em que prevalece a racionalidade instrumental. Acredita-se que uma Gestão de Pessoas baseada numa ótica substantiva, caracterizada por uma forma ética de conduta e plena de valores, tende a proporcionar uma efetiva participação do trabalhador. Assim, o trabalho poderia se desenvolver de maneira a promover as potencialidades humanas conferindo a este um caráter criativo, transformador e emancipatório.

Palavras-chave


Trabalho. Gestão de Pessoas; Flexibilidade; Racionalidade

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Revista de Ciências da Administração, Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Administração, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

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ISSNe 2175-8077    ISSN 1516-3865

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