Estrutura silábica e variação fonológica
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8026.2017v70n3p169Resumo
Nosso estudo emprega tarefas de aprendizagem sem palavras para examinar i-epenthesis na saída de fala de 53 aprendizes de inglês brasileiro. Um dos objetivos é investigar pontos de vista conflitantes sobre a silabificação de consoantes em vários contextos medianos e finais, onde podem ser analisados como codas ou conjuntos de núcleos vazios. Outro objetivo é testar uma proposta (Autores, 2017) sobre a origem da variação fonológica L2: sugerimos que a variação L2 é lexical em vez de derivativa, decorrente de itens individuais com duas representações subjacentes que competem pela seleção no momento de falar. Os resultados de uma análise estatística multivariada indicam: i) uma hierarquia de dificuldade na aquisição das paradas / p k / em diferentes locais lexicais; e ii) desenvolvimento simultâneo de representações duais para itens lexicais únicos.Downloads
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Copyright (c) 2017 Paul John, Walcir Cardoso

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