Construção de um dispositivo de informação e comunicação em saúde: o Almanaque DCZ (Dengue, Chikungunya, Zika)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1518-2924.2026.e107837

Palavras-chave:

Dispositivo de informação e comunicação em saúde, Mediação de saberes, Almanaque, Dengue, Febre de Chikungunya, Zika virus

Resumo

Objetivo: Apresentar as diferentes fases de produção do Almanaque DCZ (Dengue, Chikungunya, Zika), tendo como eixo norteador a problematização dos condicionantes biológicos, sanitários, sociais, ambientais relacionados aos surtos de arboviroses em territórios vulnerabilizados e o emprego do formato do almanaque como um dispositivo infocomunicacional em saúde, inspirado nos tradicionais almanaques de farmácia, por seu caráter histórico mediador entre saberes populares e discursos técnico-científicos.

Método: Baseou-se numa triangulação interdisciplinar entre os campos da informação, comunicação e saúde, articulando: 1) referenciais teórico-conceituais sobre mediação de saberes e dispositivos infocomunicacionais; 2) abordagem qualitativa composta por: pesquisa de campo com Agentes comunitários de saúde (ACS) e Agentes de combate às endemias (ACE), mediadores entre os saberes técnico-científicos e os saberes comunitários; pesquisa histórico-documental sobre almanaques de farmácia; pesquisa experimental para a elaboração do Almanaque DCZ, a partir da análise dos dados primários e secundários obtidos.

Resultado: Organizou-se um amplo banco de dados que integrou as diferentes fontes analisadas, permitindo a construção de uma abordagem plural sobre as arboviroses representada no dispositivo, por meio de elementos textuais, imagéticos e simbólicos acionados a partir das vivências de agentes de saúde. O produto final – O Almanaque DCZ – propõe uma leitura crítica das informações e dos saberes no contexto da prevenção, promoção e cuidados na Estratégia de Saúde da Família (ESF) em territórios vulnerabilizados.

Conclusões: A perspectiva interdisciplinar adotada na pesquisa permite concluir a propósito de três pontos principais no processo de produção do Almanaque DCZ. Primeiro, a necessária revisão crítica em relação aos mecanismos informacionais unidirecionais e impositivos vigentes na saúde. Segundo, o foco na vida social dos dispositivos infocomunicacionais em suas diferentes temporalidades.Terceiro,  a conjugação interdisciplinar entre informação, comunicação e saúde na perspectiva das mediações entre diferentes formas de saberes, de forma a promover múltiplas leituras e apropriações do dispositivo infocomunicacional.

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Biografia do Autor

Regina Maria Marteleto, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Membro do corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do Ibict/Eco/UFRJ. Possui doutorado em Comunicação e Cultura (Eco/UFRJ), Diplôme dÉtudes Approfondies (DEA) em Sciences de lInformation et de la Communication (EHESS/França), Graduação em Letras (PUC/MG) e Biblioteconomia (UFMG). Membro do corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI/UFMG) de 2002 a 2006; do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS/Icict/FIOCRUZ), de 2007 a 2012. Pesquisadora visitante do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGenf/UERJ) de 2016 a 2017. Foi Presidente da ANCIB-Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação, de 2003 a 2006 e coordenadora do Grupo de Trabalho Mediação, Circulação e Apropriação da Informação, de 2007 a 2009. É líder do Grupo de Pesquisa Cultura e Processos Infocomunicacionais (Culticom). Membro fundador e responsável científica, pelo Brasil, da Rede Franco-Brasileira de Pesquisadores em Mediações e Usos Sociais de Saberes e Informação - Rede MUSSI, de 2008 a 2024. Participa de Comitês Editoriais e/ou é parecerista de revistas científicas das áreas de Ciências da Informação, Comunicação, Saúde, do Brasil e do exterior, bem como de agências avaliadoras e de fomento do Brasil e da França. Áreas principais de pesquisa: informação e circulação de objetos culturais; conhecimento, informação e sociedade; informação e educação popular em saúde; dispositivos infocomunicacionais e mediações de saberes.

Nanci Gonçalves da Nóbrega, Universidade Federal Fluminense

Pós-Doutorado em Letras pela PUC-Rio (2011) e Doutorado em Comunicação Social/Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.ECO/MCT.IBICT (2002). Professora Aposentada da Universidade Federal Fluminense. Pesquisadora do Instituto Interdisciplinar de Leitura (2012-2019) /Cátedra UNESCO de Leitura PUC-Rio (2006-2019). Coordenadora da Biblioteca do iiLer (2006-2019) e do Grupo de Ledores do iiLer (2015-2019). Responsável pela reorganização e dinamização das bibliotecas da Cátedra UNESCO de Leitura PUC-Rio (2006-2019), da Casa da Leitura/PROLER (1992-1996), do Museu Histórico Nacional (1986-1991) e do Colégio Bennett (1980-1986). Foi bibliotecária do Museu Nacional (1976-1979). Integrou a Rede de Pesquisadores em Leitura (RELER/Cátedra UNESCO de Leitura PUC-Rio (até 2019), o Grupo de Estudos em Literatura Infantil e Juvenil - GELIJ/ CNPq no. 7719464249003688 (até 2019). Faz parte do Projeto de Pesquisa CNPq Cultura e Processos Info-Comunicacionais da FIOCRUZ e a Rede MUSSI. Tem experiência nas áreas de Leitura (Narrativas, Literatura Infantil e Mediação), Biblioterapia, Ciência da Informação (ênfase em Informação, Cultura e Sociedade; Organização e Dinamização de Bibliotecas e Acervos Infantis) e Metodologia da Pesquisa. Experiência em Comissões Julgadoras e Bancas de Avaliação: FNLIJ (literatura infantil e juvenil), Rev. Crescer (literatura infantil), Prêmio CEPETIN de Teatro Infantil, Pensa-Rio (projetos de leitura/educação; membro da comissão interna da equipe da Cátedra), GTs de Encontros Científicos (Seminários, Congressos). Avaliadora ad hoc de artigos de revistas científicas, de concursos públicos etc. Conselheira do Conselho Consultivo da Editora da Universidade Federal Fluminense (2015-2018) e Membro do Comitê Gestor da Superintendência da Leitura e do Conhecimento da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (2014-2017). Cordenadora do Grupo de Ledores do Instituto Interdisciplinar de Leitura da PUC-Rio (2015-2019) e Supervisora da equipe que realiza acões de Biblioterapia no Hospital Universitário Pedro Ernesto/UERJ, no Setor Perinatal; no Lar Dom Pedro V e na Casa de Betânia, casas geriátricas; e nas creches Casa Mello Mattos e Casa da Criança (nas turmas do Berçário, Maternal e Ensino Fundamental, 2a. série). Professora de Cursos Livres e palestrante nos temas Biblioterapia, Dinamização de Bibliotecas Infantis, Mediação de Leitura e Narrativas e Arquétipos.

Helena Maria Scherlowski Leal David, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Professora Titular do Departamento de Enfermagem de Saúde Pública da Faculdade de Enfermagem da UERJ. Bolsista de produtividade CNPq 1D. Cientista do Nosso Estado FAPERJ 2021-2024, e 2024-2027. Coordenadora de Intercâmbio Internacional da Faculdade de Enfermagem da UERJ na gestão 2020-2024.Docente permanente no Programa de Pós Graduação em Enfermagem da UERJ e no Programa de Pós Graduação em Telemedicina e Telessaúde da UERJ. Diretora da Faculdade de Enfermagem da UERJ no quadriênio 2012-16. Bolsista do Programa PROCIÊNCIA UERJ desde 2008, e Bolsista de Produtividade em Pesquisa CNPq 2 entre 2012 e 2024. Professora Visitante do Programa de Professor Visitante no Exterior - Senior, da CAPES 2018, na Universidade de Alicante, Espanha, de novembro de 2018 a julho de 2019. Graduação Em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Católica de Petrópolis (1982), mestrado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (1995) e doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (2001). Pós doutoramento na área de pesquisa sobre drogas, pela University of Alberta, Canadá (2003). Desenvolve atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão nas áreas de Enfermagem e Saúde Coletiva, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria crítica do trabalho, processo de trabalho de saúde e enfermagem, educação popular e saúde, educação e trabalho, redes sociais no trabalho de saúde e enfermagem, agentes comunitários de saúde, trabalho na Atenção Primária de Saúde, telessaúde, tele-enfermagem e saúde digital.

Lídia Eugênia Cavalcante, Universidade Federal do Ceará

Professora titular do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Ceará. Pós-doutora em Ciência da Informação pela Université de Montréal - Canadá, com pesquisa sobre memória e patrimônio digital: políticas e ações em bibliotecas públicas. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará. Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem (UFC). Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceará. É professora e vice-coordenadora do Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação da UFC/PPGCI. Professora do curso de Biblioteconomia. É lider do Grupo de Pesquisa Cultura, Mediação e Informação Social. Tem experiência na área de Ciência da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: mediação da informação e da leitura, tecnologia social e desenvolvimento local, memória social e patrimônio, literacia em informação, aprendizagem colaborativa e educação a distância e inovação social.

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Publicado

25-02-2026

Como Citar

MARTELETO, Regina Maria; NÓBREGA, Nanci Gonçalves da; DAVID, Helena Maria Scherlowski Leal; CAVALCANTE, Lídia Eugênia. Construção de um dispositivo de informação e comunicação em saúde: o Almanaque DCZ (Dengue, Chikungunya, Zika). Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianópolis/SC, Brasil, v. 31, p. 1–27, 2026. DOI: 10.5007/1518-2924.2026.e107837. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/107837. Acesso em: 4 mar. 2026.