Práticas semióticas na Organização do Conhecimento
DOI:
https://doi.org/10.5007/1518-2924.2026.e110853Palavras-chave:
análise documentária, representação da informação, semiótica francesa, tratamento da informação, semióticaResumo
Objetivo: Observar os fundamentos da semiótica francesa, denominada de práticas semióticas, a fim de analisar suas propriedades teóricas para que se possa evidenciar as características da linguagem em sua aplicação como recurso construtor de significado e significação na intenção de evidenciar como as formas de vida promovem o ajustamento dos conceitos na análise de conduta inerente aos domínios de uso e produção.
Método: Metodologia de natureza qualitativa, do tipo exploratório, bibliográfica e interdisciplinar. Foram consultadas bases de dados como Brapci, Dialnet, Google Scholar, Scopus, além de livros especializados em práticas semióticas. Recuperaram-se trabalhos publicados em inglês, espanhol, francês e português.
Resultado: As práticas semióticas facilitam o processo de representação da representação, já que o cerne do processo são as formas de vida, por conseguinte a manifestação do ethos discursivo. Sendo assim, embora a escolha dos descritores e a elaboração dos objetos informacionais sejam de ordem da pragmática, o processo ganha orientações objetivas e permite o diálogo e a discussão sobre as diferentes possibilidades, trabalhando uma conexão interna da previsibilidade, como também das inovações.
Conclusões: Esta pesquisa propõem um modelo de tratamento baseado nas práticas semióticas, metodologia teórica da semiótica de linha francesa, que entende cada etapa simbólica como semióticas-objetos, com isso é capaz de demonstrar o significado inerente à imanência da expressão em cada uma dessas etapas, desse modo evidenciar que os domínios e seus discursos são reflexos das formas de vida, as quais são manifestadas por meio de ethos discursivo.
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