Representaciones sociales del concepto de energía entre estudiantes de Física

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2026.e109942

Palabras clave:

Núcleo Central, Análise de Similitude, Evocação Livre de Palavras, Formação de Professores

Resumen

Esta pesquisa investigou as Representações Sociais sobre o conceito de energia entre licenciandos em Física, fundamentando-se na Teoria das Representações Sociais. O objetivo foi analisar as RS de acadêmicos ingressantes e concluintes, justificando-se pela relevância do conceito e sua influência na prática docente. Utilizando a Abordagem Estruturalista e a metodologia mista, aplicou-se questionários com a técnica de Evocação Livre de Palavras a esses estudantes, seguida de análises prototípicas e de similitude. Os resultados indicam que os ingressantes ancoram sua compreensão no senso comum, enquanto os concluintes apresentam representações mais complexas e alinhadas ao conhecimento científico, sugerindo uma evolução conceitual durante a formação, o que ressalta a importância do curso.

 

Biografía del autor/a

Marilha Aparecida Cruz Cunha, Universidade Estadual de Maringá

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PCM) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), pesquisadora na linha de Representações Sociais e Formação de Professores em Ciências. O percurso acadêmico é marcado por investigações sobre como professores e estudantes percebem conceitos científicos. Formação: Tecnóloga em Gestão financeira (UCP), Licenciada em Física (IFPR) e em Pedagogia. Possui 5 especializações: Metodologia do Ensino de Física, Educação Especial Inclusiva, Ensino de Matemática e Física, Docência do Ensino Superior e Inteligência Artificial. Experiência: Docência e pesquisa (PIBIC, PIBID e Professora (Nível técnico e Médio), com abordagens críticas e inovadoras. Atravessa as fronteiras entre Ciência e Educação com um olhar crítico e inovador, buscando tornar o Ensino mais inclusivo, acessível e transformador. Entre fórmulas, reflexões e desafios da sala de aula, a maternidade acrescenta uma nova perspectiva ao compromisso com a educação. O cotidiano de mãe negra, esposa e pesquisadora se entrelaça à busca por um ensino que dialogue com a realidade dos alunos e contribua para mudanças sociais reais.

Carlos Alberto de Oliveira Magalhães Júnior, Universidade Estadual de Maringá

Licenciado em Ciências pela Universidade Estadual de Maringá (2002) e em Biologia pelo Claretiano Centro Universitário (2020), Mestre em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo - USP (2007); Doutor em Ciências pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2011); Pós-doutor em Educação em Ciências pela Universidade do Minho - UMinho/Portugal (2016) e Pós-doutor em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2018). É professor Associado do Departamento de Biologia - DBI e do Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática - PCM da UEM. Coordena o Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências, Formação de Professores e Representações Sociais - CIENCIAR, membro do Grupo de Pesquisa GETEPEC da UEL e parceira em pesquisa com o Centro de Investigação em Estudos da Criança - CIEC do Instituto de Educação da UMinho de Portugal, com o Instituto Politécnico da Guarda de Portugal; com a Universidad Surcolombiana - Colômbia e com o Laboratoire HESPER EA 7425 da Université Claude Bernard Lyon 1 - França. Atuou como Coordenador do Pibid Física-CRG (2012 - 2014) e Coordenador de Gestão do Pibid UEM (2014 - 2016). Coordenou o curso de graduação em Licenciatura Plena em Ciências por duas gestões (2012-2014 e 2014-2016). Coordenou o Programa de Pós-Graduação PCM (Gestão 2019-2021 e 2021- 2022) e o Programa de Pós-Graduação PROFCIAMB (Gestão 2022 - 2023). Atualmente é chefe do Departamento de Biologia - DBI. Foi Vice-Diretor da Regional 3 da Associação Brasileira de Ensino de Biologia (gestão 2019-2021). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Ensino de Ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, representações sociais e educação ambiental. Atualmente é Bolsista de Produtividade em Pesquisa (PQ-2) em Educação do CNPq.

Adriano Jose Ortiz, Instituto Federal do Paraná

Possui graduação em Licenciatura - Física pela Universidade Estadual de Londrina (2011), Mestrado em Ensino de Ciências pela Universidade Estadual de Londrina (2014) e Doutorado em Educação para Ciências pela Universidade Estadual de Maringá (2019). Atualmente é docente do Instituto Federal do Paraná e Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão do campus Ivaiporã. Também já foi coordenador do curso de Licenciatura em Física do IFPR campus Ivaiporã (2016-2018), e atuou como representante docente e representante de coordenadores no Conselho de dirigentes do campus (CODIC). Coordenou o subprojeto Física do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) no campus Ivaiporã nas edições de 2018 e 2020. Tem experiência na área de Física, atuando principalmente nos seguintes temas de pesquisa: ensino de Física e Astronomia, formação de professores, Representações Sociais. 

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Publicado

2026-05-13

Cómo citar

Cunha, M. A. C., Magalhães Júnior, C. A. de O., & Jose Ortiz, A. (2026). Representaciones sociales del concepto de energía entre estudiantes de Física. Caderno Brasileiro De Ensino De Física, 43(1), 114–144. https://doi.org/10.5007/2175-7941.2026.e109942

Número

Sección

Formação de Professores de Ciências/Física

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