Representação fúnebre: paralelos fotojornalísticos entre cobertura de guerra e de pandemia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-6924.2026.e109596

Palavras-chave:

Fotografia, Pandemias, Morte

Resumo

Este artigo tem como objetivo principal observar as similaridades da representação fúnebre do fotojornalismo, em guerras e pandemias, por meio de um resgate teórico acerca dessas produções. O recorte histórico foca nas pandemias de Covid-19 e gripe espanhola, bem como nos seguintes conflitos: Primeira e Segunda Guerras Mundiais e Guerra do Vietnã. Para isso, aciona enquanto metodologia uma revisão de literatura, acompanhada de uma análise de casos exemplares dos dois contextos supracitados. Como conclusão, identificou-se que a fotografia se consolidou enquanto uma ferramenta de dupla função: registrar parte da realidade e, ao mesmo tempo, construir narrativas visuais que influenciam a percepção coletiva acerca dos eventos, sem esquecer que a análise de uma fotografia contempla elementos técnicos, culturais e históricos, mas a essência da interpretação reside em um atravessamento de subjetividades, de quem registra e quem a observa.

Biografia do Autor

Francielly Oliveira Rodrigues da Silva, Universidade Federal do Tocantins

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade, da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e bacharel em Jornalismo pela mesma instituição.

Ingrid Pereira de Assis, Universidade Federal do Tocantins

Docente efetiva do curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade (PPGCom), da Universidade Federal do Tocantins (UFT); doutora em Jornalismo, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com doutorado sanduíche pela Universidade de Aveiro (Portugal); mestra em Ciências Sociais, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA); e bacharel em Comunicação Social – Hab. Jornalismo, também pela UFMA.

 

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Publicado

30-07-2026

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Artigos