Representação fúnebre: paralelos fotojornalísticos entre cobertura de guerra e de pandemia
DOI:
https://doi.org/10.5007/1984-6924.2026.e109596Palavras-chave:
Fotografia, Pandemias, MorteResumo
Este artigo tem como objetivo principal observar as similaridades da representação fúnebre do fotojornalismo, em guerras e pandemias, por meio de um resgate teórico acerca dessas produções. O recorte histórico foca nas pandemias de Covid-19 e gripe espanhola, bem como nos seguintes conflitos: Primeira e Segunda Guerras Mundiais e Guerra do Vietnã. Para isso, aciona enquanto metodologia uma revisão de literatura, acompanhada de uma análise de casos exemplares dos dois contextos supracitados. Como conclusão, identificou-se que a fotografia se consolidou enquanto uma ferramenta de dupla função: registrar parte da realidade e, ao mesmo tempo, construir narrativas visuais que influenciam a percepção coletiva acerca dos eventos, sem esquecer que a análise de uma fotografia contempla elementos técnicos, culturais e históricos, mas a essência da interpretação reside em um atravessamento de subjetividades, de quem registra e quem a observa.
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