Feminismos, interseccionalidades e consubstancialidades na Educação Física Escolar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/%25x

Palavras-chave:

Interseccionalidade, Consubstancialidade, Alquimia das Categorias Sociais, Feminismos, Educação Física Escolar

Resumo

Ao debater a abordagem interseccional e considerando o conceito de consubstancialidades, o presente artigo analisa, por um lado, a sub-representação das meninas e mulheres na Educação Física Escolar. Por outro lado, debate formas de transgressão engendradas por alunas e docentes, que buscam uma prática pedagógica capaz de cruzar fronteiras cristalizadas pela tradição, a partir de uma perspectiva de Educação Física Escolar que propicie o debate e a transformação dos arranjos de gênero polarizados e binários. São ainda considerados os conceitos de Coeducação e de Aprendizado da Separação como potentes instrumentos para debater a maneira como podem ser percebidas, mantidas e/ou transformadas as relações raciais e de gênero, estabelecidas e usualmente em jogo, em rica rede de possibilidades nos espaços escolares.

Biografia do Autor

Daniela Auad, Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF

Professora Permanente do Programa de Pós- Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGE/FACED/UFJF), onde é fundadora e líder, do Grupo de Estudos e Pesquisas Educação, Comunicação e Feminismos. Pós- Doutora em Sociologia pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas); Pedagoga, Mestra e Doutora pela Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), na área de concentração Sociologia da Educação.

Luciano Nascimento Corsino, Universidade Estadual de Campinas

Cursa doutorado em Educação pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), na álinha de pesquisa Educação e Ciências Sociais, onde é bolsista CAPES. Mestre em Educação e Saúde na Infância e na Adolescência pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas na UNIFESP. É licenciado em Educação Física pelo Centro Universitário Metropolitano de São Paulo (UNIMESP-FIG). Participa do Laboratório de Estudos sobre Violência, Cultura e Juventude - VIOLAR.

Downloads

Publicado

2018-04-24

Edição

Seção

Artigos Temáticos