Agencia y autonomía de la mujer: contribuciones a los estudios sociológicos en contextos de pobreza urbana
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2021v29n368075Resumen
El conocimiento sociológico ha producido una extensa tradición basada en la dualidad entre la imposibilidad de agencia y el voluntarismo de la acción. Los enfoques contemporáneos, con aportes de las feministas, han formulado el problema de la agencia y la autonomía para escapar de esta dualidad y ofrecer constructos más adecuados para investigar las experiencias de las mujeres. Basado en la combinación del enfoque interseccional y el enfoque de capacidades, este trabajo organiza un enfoque analítico capaz de comprender la agencia y la autonomía en un péndulo entre restricciones y opciones. Este emprendimiento se lleva a cabo considerando el entrelazamiento de género, clase y raza como sugerencia de estudios en contextos de pobreza urbana, dada su relevancia para el debate sobre género, pobreza y desarrollo humano. Se trata de una investigación teórica sobre el tema propuesto.
Descargas
Citas
ARCHER, Margaret S. “Habitus, reflexividade e realismo”. Dados - Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 54, n. 1, p. 157-206, 2011.
ARCHER, Margaret S. “Realism and the problem of agency”. Alethia, v. 5, n. 1, p. 11-20, 2002.
ARCHER, Margaret S. “Realismo e o problema da agência”. Estudos de Sociologia, Recife, v. 2, n. 6, p. 51-75, 2000.
ARCHER, Margaret S. “Routine, reflexivity, and realism”. Sociological Theory, v. 28, n. 3, p. 272-303, 2010.
BADINTER, Elisabeth. Rumo equivocado: o feminismo e alguns destinos. Rio de Janeiro: Editora Record, 2005.
BATLIWALA, Srilatha; DHANRAJ, Deepa. “Gender Myths that Instrumentalise Women: A View from the Indian Frontline”. IDS Bulletin, v. 35, n. 4, p. 11-18, 2004.
BATLIWALA, Srilatha; DHANRAJ, Deepa. “Os mitos de gênero que instrumentalizam as mulheres: uma visão da ‘linha de frente’ indiana”. Revista Feminismos, Salvador, v. 1, n. 1, p.1-18, 2013.
BIROLI, Flávia. “Agentes imperfeitas: contribuições do feminismo para a análise da relação entre autonomia, preferências e democracia”. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, v. 9, p. 07-38, 2012.
BIROLI, Flávia. “Autonomia, preferências e assimetria de recursos”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 31, n. 90, p. 39-57, 2016.
BOURDIEU, Pierre. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp, 2007.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2015.
COLLINS, Patricia Hill. “Aprendendo com a outsider whithin: a significação sociológica do pensamento feminista negro”. Revista Sociedade e Estado. Brasília, v. 31, n. 1, p. 99-127, jan./abr. 2016.
COLLINS, Patricia Hill. “Learning from the outsider within: The sociological significance of Black feminist thought”. Social Problems, v. 33, n. 6, p. s14-s32, 1986.
COLLINS, Patricia Hill. Black feminist thought: Knowledge, consciousness, and the politics of empowerment. London and New York: Routledge, 2002.
COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro. Tradução de Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Boitempo, 2019.
CORNWALL, Andréa; HARRISON, Elizabeth; WHITEHEAD, Ann. “Introdução: reposicionando feminismos em gênero e desenvolvimento”. Revista Feminismos, Salvador, v. 1, n. 1, p. 1-22, 2012.
CORNWALL, Andrea; HARRISON, Elizabeth; WHITEHEAD, Ann. “Introduction: Repositioning feminisms in gender and development”. IDS Bulletin, v. 35, n. 4, p. 1-10, 2004.
CRENSHAW, Kimberlé. “Documento para o Encontro de Especialistas em Aspectos da Discriminação Racial Relativos ao Gênero”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 10, n. 1, p. 171-188, 2002.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo Editorial, 2016.
DAVIS, Angela. Women, race, & class. New York: Vintage, 2011.
DIETZ, Mary G. “Context is all: Feminism and theories of citizenship”. Daedalus, v. 116, n. 4, p. 1-24, 1987.
DIETZ, Mary G. O contexto é o que conta: feminismo e teorias da cidadania. Debate Feminista. São Paulo: Cia. Melhoramentos, Edição Especial (Cidadania e Feminismo), p. 03-28, 1999.
DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 1977.
FRIEDAN, Betty. A mística feminina. Petrópolis: Vozes, 1971.
FRIEDAN, Betty. The feminine mystique. New York: WW Norton & Company, 2010.
GIDDENS, Anthony. A constituição da Sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
GIDDENS, Anthony. The constitution of society: Outline of the theory of structuration. Cambridge: Polity Press, 1984.
hooks, bell. “Mulheres negras: moldando a teoria feminista”. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 16, p. 193-210, 2015.
hooks, bell. Feminist theory: From margin to center. London: Pluto Press, 2000.
JELIN, Elizabeth. Pan y afectos. La transformación de las familias. Buenos Aires: Fondo de Cultura Econômica de Argentina, 2004.
LAHIRE, Bernard. Retratos sociológicos: disposições e variações individuais. Tradução: Patrícia Chittoni Ramos Reuillard e Didier Martin. Porto Alegre: Artmed, 2004.
MACHADO, Lia Zanotta. “Campo Intelectual e Feminismo: alteridade e subjetividade nos estudos de gênero”. Série Antropologia, Brasília, p. 1-28, 1994.
MARIANO, Silvana Aparecida; CARLOTO, Cássia Maria. “Gênero e combate à pobreza: Programa Bolsa Família”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 17, n. 3, p. 901-908, 2009.
MARIANO, Silvana; MACÊDO, Márcia. “Desigualdades e interseccionalidades: deslindando a complexa trama das hierarquias e agenciamentos”. Mediações-Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 20, n. 2, p. 11-26, 2015.
MARIANO, Silvana; SOUZA, Márcio Ferreira. “Autonomia feminina e concepções de direito entre mulheres beneficiárias do Programa Bolsa Família”. Revista Em Pauta: teoria social e realidade contemporânea, v. 17, n. 44, p. 165-180, 2019.
MARIANO, Silvana; SOUZA, Márcio Ferreira. “Conciliação e tensões entre trabalho e família para mulheres titulares do Programa Bolsa Família”. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 18, p. 147-177, 2015.
MORAES, Maria Lygia Quartim de. “Marxismo e feminismo: afinidades e diferenças”. Crítica Marxista, Campinas, n. 11, p. 89-97, 2000.
MOSER, Caroline; MOSER, Annalise. “Gender mainstreaming since Beijing: a review of success and limitations in international institutions”. Gender & Development, Oxford, v. 13, n. 2, p. 11-22, 2005.
NUSSBAUM, Martha C. Women and human development: The capabilities approach. Cambridge: Cambridge University Press, 2001.
NUSSBAUM, Martha. Las mujeres y el desarrollo humano. Barcelona: Herder Editorial, 2002.
RAWLS, John. A theory of justice. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2020.
RAWLS, John. Uma teoria da justiça. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
SAFFIOTI, Heleieth I. B. “Quem tem medo dos esquemas patriarcais de pensamento?”. Crítica Marxista, Campinas, n. 11, p. 71-75, 2000.
SARTI, Cynthia. “O feminismo brasileiro desde os anos 1970: revisitando uma trajetória”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 12, n. 2, p. 35-50, maio-agosto 2004.
SCOTT, Joan W. “A invisibilidade da experiência”. Projeto História, São Paulo, n. 16, p. 297-325, 1998.
SCOTT, Joan W. “Gênero: uma categoria útil de análise histórica”. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 16, n. 2, p. 5 -22, 1990.
SCOTT, Joan W. “The evidence of experience”. Critical inquiry, v. 17, n. 4, p. 773-797, 1991.
SCOTT, Joan Wallach. “Gender: A Useful Category of Historical Analysis”. In: SCOTT, Joan Wallach. Gender and the Politics of History. New York Chichester, West Sussex: Columbia University Press, 1988. p. 28-50.
SEN, Amartya Kumar. Desigualdade reexaminada. Tradução e apresentação: Ricardo Doninelli Mendes. 3 ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.
SEN, Amartya. Inequality reexamined. Oxford: Oxford University Press, 1992.
SOARES, Vera. “Mulher, autonomia e trabalho”. In: DI SABBATO, Alberto et al (Org.). Autonomia econômica e empoderamento da mulher. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2011. p. 281-301.
SORJ, Bila; FONTES, Adriana; MACHADO, Danielle Carusi. “Políticas e práticas de conciliação entre família e trabalho no Brasil”. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 37, n. 132, p. 573-594, 2007.
TRAD, Leny A. Bomfim. Família contemporânea e saúde: significados, práticas e políticas públicas. São Paulo: SciELO-Editora; FIOCRUZ, 2010.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Revista Estudos Feministas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista Estudos Feministas está bajo licencia de la Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite compartir el trabajo con los debidos créditos de autoría y publicación inicial en este periódico.
La licencia permite:
Compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y/o adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material) para cualquier propósito, incluso comercial.
El licenciante no puede revocar estos derechos siempre que se cumplan los términos de la licencia. Los términos son los siguientes:
Atribución - se debe otorgar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Esto se puede hacer de varias formas sin embargo sin implicar que el licenciador (o el licenciante) haya aprobado dicho uso.
Sin restricciones adicionales - no se puede aplicar términos legales o medidas de naturaleza tecnológica que restrinjan legalmente a otros de hacer algo que la licencia permita.


