Conceitos probabilísticos: quais contextos a história nos aponta?

Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

Resumo


O ensino de probabilidades é o objeto deste artigo. Queremos aqui discutir o papel da história desse
conceito na escolha de contextos para apresentação dos primeiros conceitos probabilísticos no Ensino Fundamental. Vamos discutir a limitação a situações de eqüiprobabilidade que foi proposta nos Parâmetros Curriculares Nacionais e que é seguida pela maior parte dos livros didáticos que encontramos disponíveis para o professor. A noção de acaso é bastante complexa e recebeu diversas interpretações ao longo da história das ciências e da filosofia, uma vez que se vincula a nossa
própria interpretação de mundo. Limitaremos-nos neste texto a descrever a apreensão do acaso em
relação ao contexto no qual está inserido. E neste pano de fundo (o do estudo dos contextos nos quais o acaso pode ser identificado) que se propõe o trabalho com probabilidade, considerando os resultados possíveis de manipulações de um gerador de acaso, como os jogos de azar (manipulação de moedas, dados, etc). Consideramos também os fenômenos sensíveis que traduzem o efeito
macroscópico das causas ínfimas, tal como o contexto das previsões meteorológicas.

Palavras-chave


Percepção do Acaso; Ensino de Probabilidades; História da probabilidade.

Texto completo:

PDF/A


DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Indexadores, diretórios e base de dados:

                                                                     

 

REVEMAT: R. Eletr. Educ. Mat., UFSC/MTM/PPGECT, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 1981-1322.
 
 

 Licença Creative Commons
Está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.