As Práticas dos Gestores Públicos em Portugal e os Códigos de Ética

Autores

  • João Bilhim Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (UL) – Lisboa, Portugal

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-7055.2014v35n69p61

Palavras-chave:

Ética, Gestão Pública, Cultura Organizacional

Resumo

http://dx.doi.org/10.5007/2177-7055.2014v35n69p61

O conjunto de ideias e programas conhecido por “Nova Gestão Pública” favoreceu uma maior capacitação dos dirigentes, expressa através de maior grau de liberdade no processo de tomada de decisão, ou seja, menor controlo a priori e, em particular, de formação adequada (OCDE 1996; BILHIM, NEVES, 2005). Neste artigo, ultrapassando a dualidade Kant/Aristóteles e situando a ética, na perspetiva de Rawls, na tensão entre a justiça e a liberdade, questiona-se se a ética é um ponto que se atinge ou, antes, uma direção que se toma, propondo instrumentos e processos que sirvam de “arquitetura ética” para um comportamento mais íntegro dos dirigentes da Administração.

Biografia do Autor

João Bilhim, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (UL) – Lisboa, Portugal

Professor Catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (UL), Diretor do Departamento de Administração Pública do ISCSP/UL, Presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública Portuguesa (CReSAP), e Fundador do Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP), centro de pesquisa avaliado pela Fundação par a Ciência e Tecnologia (FCT) de Portugal com a classificação máxima de  excelente

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Publicado

2014-12-17

Edição

Seção

Artigos