Percepções sobre o poder dos dirigentes máximos dos serviços do ministério da justiça em Portugal: evidências estatísticas de diferenças em função do gênero dos colaboradores?

Autores

  • Pedro Miguel Alves Ribeiro Correia Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) - Universidade de Lisboa (ULisboa) Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP) - ISCSP-ULisboa

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-7055.2017v38n75p63

Palavras-chave:

Ministério da justiça em Portugal, Poder dos dirigentes, Diferenças em função do gênero

Resumo

Neste artigo são apresentados os resultados de um estudo sobre as percepções dos colaboradores dos serviços do Ministério da Justiça em Portugal acerca do poder detido pelo dirigente máximo do serviço ao qual pertencem. É dada particular atenção à temática do gênero, utilizando a dicotomia homem-mulher enquanto caso particular da componente disposicional das perceções.

Foi realizado um inquérito por questionário a 458 colaboradores dos serviços do Ministério da Justiça português. Os resultados obtidos evidenciam estatisticamente que as percepções sobre o poder detido pelo dirigente máximo do serviço, onde cada participante no estudo desenvolve a sua atividade laboral, apresentam diferenças em função do gênero.

Biografia do Autor

Pedro Miguel Alves Ribeiro Correia, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) - Universidade de Lisboa (ULisboa) Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP) - ISCSP-ULisboa

Doutoramento em Ciências Sociais (Especialidade em Administração Pública) - Universidade Técnica de Lisboa (UTL)

Licenciatura em Estatística de Gestão de Informação - Universidade Nova de Lisboa (NOVA)

Professor de Administração Pública e Análise de Dados no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) - Universidade de Lisboa (ULisboa)

Investigador Integrado do Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP) - ISCSP-ULisboa

Investigador Colaborador do Centro Interdisciplionar de Estudos de Género (CIEG) - ISCSP-ULisboa

Coordenador do Observatório Nacional de Administração Pública (ONAP)

Consultor para a Área de Planeamento e Política Legislativa da Direção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) do Ministério da Justiça de Portugal

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Publicado

2017-05-24

Edição

Seção

Artigos