Tradução e ensino de línguas estrangeiras: confluências.

Elisabetta Santoro

Resumo


Na história do ensino das línguas estrangeiras, a tradução, que durante muito tempo ocupou um lugar privilegiado, acabou sendo banida da sala de aula, porque não desenvolveria as quatro habilidades que definem a competência linguística (leitura, escrita, fala e audição), não seria uma atividade real, impediria os aprendizes de pensar diretamente na língua estrangeira e os levaria a acreditar na correspondência um a um entre duas línguas. Serão apresentados aqui argumentos contrários a essas afirmações, levando em conta as especificidades da tradução e sua intrínseca capacidade de estimular a reflexão dos aprendizes e a consciência de que nunca há equivalências perfeitas entre duas línguas diferentes.

Palavras-chave


tradução; ensino; línguas estrangeiras

Texto completo:

PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7968.2011v1n27p147



Cadernos de Tradução, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 2175-7968.