Fushi e imortalidade: um estudo de diferença.

Rodrigo Moura Lima Aragão

Resumo


Este trabalho teve como objetivo identificar e discutir possíveis diferenças entre o conto japonês Fushi, de Yasunari Kawabata (1968b; 1970), e sua tradução para a língua portuguesa Imortalidade, de Meiko Shimon (2008b). Para tanto, procedeu-se, primeiro, a um estudo detalhado do original japonês. Depois, com base nesse estudo, e tendo como referência geral a Filologia e a Crítica Textual, elaborou-se uma tradução bruta e conservadora de Fushi, a qual se chamou aqui de tradução de apoio. Em seguida, realizou-se o contraste entre o original japonês e a tradução publicada, tendo-se como intermediária desse processo a tradução desenvolvida. Como resultado, foram identificadas diferenças relacionadas a aspectos diversos dos textos, como, por exemplo, ao léxico e às expressões de respeito japonesas. Por último, essas diferenças foram discutidas, apresentando-se recomendações para a tradução de textos do japonês para o português.

Palavras-chave


Tradução japonês-português; Tradução de prosa japonesa; Literatura japonesa; Filologia, Crítica Textual e Tradutologia

Texto completo:

PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7968.2011v2n28p159



Cadernos de Tradução, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 2175-7968.