Uma outra ideia da Índia. As literaturas nas línguas Bhashas

Autores

  • Cielo Griselda Festino Universidade Paulista

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2013v1n31p103

Palavras-chave:

a tradução como hospitalidade, vernacularização, literaturas do backyard

Resumo

O objetivo deste artigo é discutir as narrativas indianas nas línguas bhashas, as línguas vernáculas do subcontinente indiano a través de uma política e poética da tradução que da voz e visibilidade a culturas que, de outro modo, estariam restringidas às diversas culturas onde são produzidas. Dessa maneira, não só as literaturas do “front yard”, ou seja as narrativas indianas escritas na língua inglesa da diáspora ganham visibilidade, mas também as narrativas escritas do “backyard” nas línguas vernáculas  da Índia. Nesse processo, o termo “vernáculo” ganha um novo significado no sentido que o que é realmente “vernacularizado” é a língua  inglesa porque se torna um veículo por meio do que as literaturas bhasha tornam-se conhecidas. Para ilustrar esse processo o artigo traz uma análise do conto “Thayyaal” escrito na língua Tamil, do sul da Índia.

 

 

Biografia do Autor

Cielo Griselda Festino, Universidade Paulista

Possui graduação em inglês pelo Instituto Nacional Del Professorado Joaquín V Gonzalez (1983), mestrado em Língua e Literatura Inglesa pela Universidade de São Paulo (2000) e doutorado pela mesma universidade (2005). Tem pós-doutorado na área de ensino de literaturas estrangeiras pela Universidade de São Paulo/FAPESP (2007-2009) e pós-doutorado pela Universidade Federal de Minas Gerais (2010-2012) na área de narrativas pós-coloniais. Atualmente é professor titular da Universidade Paulista. São Paulo, Brasil.

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Publicado

2013-04-05

Edição

Seção

Artigos