Controlo de qualidade na tradução.

Autores

  • Miriam Santos Tradutora profissional/Portugal

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Controlo de qualidade, tradução automatizada, tradução assistida, localização, TI, tradução.

Resumo

Se pedirmos a dois tradutores para avaliar uma determinada tradução, obteremos três opiniões diferentes. Além da noção de que é necessário traduzir um texto correctamente, existem várias ideias totalmente diferentes de como uma tradução deve ser avaliada. O que uma pessoa considera uma óptima tradução outra pode considerar apenas aceitável; porém, os prestadores de serviços de tradução são avaliados periodicamente relativamente à qualidade do serviço de tradução que prestam (http://www.lisa.org/archive_domain/newsletters/2004/1.1/qamodel.html). O controlo de qualidade na tradução percorreu um longo caminho desde o processo tradicional (que constituía em pouco mais do que verificação gramatical e ortográfica, e alguns critérios subjectivos da equipa interna de uma empresa) até ao processo formal orientado para o cliente desencadeado pela localização, em que o produto, o utilizador e a funcionalidade são os factores-chave do controlo de qualidade (que também abrange formatação, hiperligações, referências cruzadas, paginação, cumprimento de guias de estilo, entre outros itens) com vista ao cumprimento de prazos, à redução dos custos e a gestão de grandes equipas de recursos freelance externos à empresa.

Biografia do Autor

Miriam Santos, Tradutora profissional/Portugal

Graduada em Tradução (Inglês/Francês/Português), variante de estudos econômicos e literários, ISLA (Lisboa). Atualmente, é Consultora Lingüística (nomeadamente Terminologia e Controle de Qualidade) em Tecnologias de Informação, Informática e Telecomunicações. Experiência de 17 anos em tradução, revisão, gestão de terminologia e controle de qualidade de projetos de tradução para a IBM, Microsoft, SAP, Oracle, HP, entre outros.

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Publicado

2004-01-01

Edição

Seção

Artigos