The soundtrack of Orlando as a microcosm of Potter’s filmic adaptation.

Autores

  • Sílvia Maria Guerra Anastácio Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

audiovisual translation, filmic adaptation, Orlando, Virginia Woolf, Sally Potter.

Resumo

This study analyses the soundtrack of the film Orlando (1992), directed by Sally Potter, a recreation of the novel by the same title, written by Virginia Woolf (1928). Despite the fact that Potter and Woolf have lived in different times, both focused on matters of gender and, each in her own way, challenged the hegemonic power, denouncing the role of women as marginal and silent figures in a repressive patriarchal society. The soundtrack of Orlando can be viewed as a microcosm of the film, where the androgynous angel, who sings the Coming song, might be suggesting a conflict between opposing forces embodied by its hybrid character.

Biografia do Autor

Sílvia Maria Guerra Anastácio, Universidade Federal da Bahia

Licenciatura em Língua Estrangeira - Inglês pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1971), Bacharel em Letras e Tradução/ Interpretação e Revisão pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1975), Mestrado em Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pós-Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professora Titular do Departamento de Letras Germânicas da Universidade Federal da Bahia; coordenadora da Anpoll do GT de Crítica Genética. Pesquisadora desta universidade em Crítica Genética, Tradução Intersemiótica e Linguística Aplicada. Fez parte do grupo de estudos de Mulher e Literatura da Universidade Federal de Minas Gerais, coordenado por Sandra Regina Goulart, orientadora do trabalho de Pós-Doutorado; pertence ao grupo de estudo sobre Intermidialidade coordenada pela Prof. Dra. Thaís Flores da Universidade Federal de Minas Gerais. coordenadora do gt- crítica genética- anpoll da Associação Nacional de Pós-Graduação. Tem experiência na área de Letras, Literatura com ênfase em Semiótica, Crítica Genética e Tradução.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado

2005-01-01

Edição

Seção

Dossiê