A tradução dos clássicos e o pó das bibliotecas
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-7968.2015v35nesp1p87Abstract
O artigo apresenta uma tradução pouco conhecida de O Primo Basílio publicada na Itália, em 1966, numa coleção popular. A análise de La cugina, além de oferecer mais uma contribuição para a reconstrução da fortuna italiana de Eça de Queirós, procura identificar os mecanismos de manipulação literária que, numa tradução, podem deslocar uma obra do centro do cânone para as margens paraliterárias.
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