Mães universitárias: qual apoio à permanência e seus impactos na saúde e bem-estar de acadêmicas de universidades públicas
DOI:
https://doi.org/10.5007/1980-4512.2026.e111784Palavras-chave:
Mães universitárias, Permanência materna, Bem-estarResumo
Este trabalho analisa os desafios acadêmicos de mulheres mães universitárias e a sobrecarga física e mental, que afeta a sua saúde e bem-estar ao ter que lutar pela permanência nas universidades. Investiga as políticas públicas vigentes para a permanência materna e questiona quais ações de promoção ao bem-estar o Estado brasileiro garante a esse público, se são eficazes e como os múltiplos papéis sociais dessas mulheres impactam o contexto universitário e sua saúde. A pesquisa busca dados que problematizam esses questionamentos, a partir de fontes como o IBGE-Estatísticas de gênero, PNAD-Contínua, IPEA, dentre outras que revelam uma realidade estatística desfavorável para a permanência materno-estudantil. Espera-se que este trabalho forneça subsídios para pensar a equidade de gênero no ensino superior, ampliando um campo ainda pouco explorado, bem como promover a sensibilização acadêmica e institucional sobre a temática.
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