Mães universitárias: qual apoio à permanência e seus impactos na saúde e bem-estar de acadêmicas de universidades públicas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5007/1980-4512.2026.e111784

Palabras clave:

Mães universitárias, Permanência materna, Bem-estar

Resumen

Este trabalho analisa os desafios acadêmicos de mulheres mães universitárias e a sobrecarga física e mental, que afeta a sua saúde e bem-estar ao ter que lutar pela permanência nas universidades. Investiga as políticas públicas vigentes para a permanência materna e questiona quais ações de promoção ao bem-estar o Estado brasileiro garante a esse público, se são eficazes e como os múltiplos papéis sociais dessas mulheres impactam o contexto universitário e sua saúde. A pesquisa busca dados que problematizam esses questionamentos, a partir de fontes como o IBGE-Estatísticas de gênero, PNAD-Contínua, IPEA, dentre outras que revelam uma realidade estatística desfavorável para a permanência materno-estudantil. Espera-se que este trabalho forneça subsídios para pensar a equidade de gênero no ensino superior, ampliando um campo ainda pouco explorado, bem como promover a sensibilização acadêmica e institucional sobre a temática.

Biografía del autor/a

Aline Gama Andrade, Universidade do Estado do Amazonas

Licenciada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Fez ensino médio técnico integrado em Mecatrônica pelo Instituto Federal do Amazonas (IFAM). Foi bolsista de iniciação científica pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), desenvolvendo pesquisa sobre mães universitárias, apoio a permanência e seus impactos na saúde e bem-estar. É participante do Núcleo de Relações Étnico-Raciais, Gênero e Sexualidade (NIRGS). Atuou como bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Atualmente atua como professora concursada nos anos iniciais do ensino fundamental pela Secretaria de Educação (SEMED) da Prefeitura Municipal de Manaus. Possui experiência nos âmbitos de ensino, pesquisa e extensão, com atuação nos anos iniciais do Ensino Fundamenta, cotidiano escolar, com atuação no acompanhamento de estudantes, planejamento e desenvolvimento de atividades pedagógicas.

Priscila Freire Rodrigues, Universidade do Estado do Amazonas

Doutorado em Sociologia pela Universidade de Coimbra, Portugal (2022), Especialização Avançada em Estudos Feministas (2019) (UC-PT). Mestrado em Sociologia (2011) (PPGSocio-UFAM) e Mestrado em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia (2008) (PPGCASA-UFAM) e Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (Bacharelado e Licenciatura). Condecorada com o Prêmio de Mérito em Estudos Feministas pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2018). Professora da Universidade do Estado do Amazonas em Manaus. Participa da Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisas Sobre a Mulher e Relações de Gênero - REDOR. Coordena o grupo de pesquisa Núcleo Interdisciplinar de Relações étnico-raciais, Gênero e Sexualidade - NIRGS, na Escola Normal Superior - ENS/UEA. Integra o grupo de pesquisa Gênero, Educação, Diversidade e Inclusão, da Universidade Federal da Paraíba. Coordena o curso de Pedagogia Parfor-UEA. Membro do Fórum Permanente de Educação de Manaus (FPEM). Docente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC/UEA). Membro da Escola de Magistratura do Amazonas (ESMAM) na linha de pesquisa 1 - Desafios do Acesso aos Direitos Humanos no Contexto Amazônico. Tem experiência na área de Sociologia e Antropologia, atua principalmente nos seguintes temas: questões de gênero/sexualidade e educação sensível ao gênero, políticas de gênero e educação e/ou saúde, estudos feministas, direitos humanos das mulheres, questões socioambientais e conhecimentos tradicionais da Amazônia.

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Publicado

2026-10-13

Número

Sección

Dossiê: Maternidades (im) possíveis: educar, cuidar e transbordar afetos em devir-infâncias de direitos!