Sementes plantadas: arte e natureza como caminho no processo de desemparedamento da infância
DOI:
https://doi.org/10.5007/1980-4512.2026.e105358Palabras clave:
Arte, Natureza, Ateliê, Criança, DesemparedamentoResumen
Partindo do conceito "do quintal para o mundo", Thomé e Tubenchlak (2023) fazem um convite para entrar em contato, de maneira sensível e poética, com a arte e a natureza. Buscou-se aqui estabelecer diálogos entre desemparedamento da infância (Tiriba, 2018) e a obra resenhada, bem como o transtorno do déficit de natureza (Louv, 2016), destacando suas interações com o contexto atual das práticas educativas. Ao mesmo tempo, propôs-se evidenciar como a desconexão com o ambiente natural pode afetar a infância. A obra se configura como ponto de partida para um elo fundamental entre a infância e a natureza, com potencial provocador de desconstrução paradigmática, semeando mudanças significativas nos contextos de emparedamento que ainda permeiam a sociedade.
Citas
LOUV, Richard. A última criança na natureza: Resgatando nossas crianças do transtorno do déficit da natureza. São Paulo: Aquariana, 2016.
TIRIBA, Lea. Educação Infantil como direito e alegria: Em busca de pedagogias ecológicas, populares e libertárias. São Paulo: Paz e Terra, 2018. v. 308.
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